Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

Analistas consultados pelo BCE deixam inflação praticamente igual e cortam crescimento económico em 2026

Os analistas consultados estimam agora um crescimento económico de 0,6% em 2026 na Zona Euro, abaixo dos 1% esperados na última análise.

24 Jul 2026 - 12:53

2 min leitura

BCE sede | Foto: ecb multimedia

BCE sede | Foto: ecb multimedia

O Banco Central Europeu (BCE) revelou, nesta sexta-feira, as previsões económicas atualizadas para os próximos anos na Zona Euro, que resultaram de um inquérito a analistas profissionais. De acordo com os dados divulgados, estes não esperam grandes alterações na inflação, face à previsão anterior, mas estimam crescimento económico em 2026 quase 50% abaixo.

Nas previsões do terceiro trimestre, os analistas colocam o crescimento económico de 2026 em 0,6%, menos 0,4 pontos percentuais (pp) do que na anterior análise. Esta é a maior alteração apresentada. Para 2027, houve também uma ligeira revisão em baixa, de 0,1 pp, para 1,2%, tal como na previsão a longo prazo, ou seja, 2031. Os 1,3% de 2028 mantêm-se inalterados.

No que diz respeito à inflação, existe apenas uma atualização, com a subida de 0,1 pp para 2,2% em 2027. A expectativa para 2026 é de 2,7%, baixando para 2% em 2028 e no longo prazo.

Segundo explica o BCE em comunicado, os efeitos indiretos e de segunda vaga esperados do conflito no Médio Oriente estão concentrados em 2026, permitindo um maior equilíbrio no futuro.

Olhando para o mercado laboral, há duas pequenas alterações: os analistas estimam uma taxa de desemprego de 6,3% em 2027 e 6,2% em 2028. Ambos estes valores subiram 0,1 pp desde a última previsão. Já 2026 mantém-se em 6,3% e o longo prazo em 6,1%.

O crescimento esperado dos salários é agora menor para 2026, 2027 e 2028. Todos estes anos tiveram uma revisão em baixa de 0,1 pp, para 3,2%, 3% e 2,8%, respetivamente. No sentido contrário, a longo prazo, espera-se agora um aumento de 2,9%, mais 0,1 pp do que antes.

Recorde-se que o BCE decidiu, nesta quinta-feira, manter as taxas de juro diretoras, mas alertou para as incertezas, nomeadamente derivadas do conflito no Médio Oriente.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade