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Aquisição de negócio de cartões da Apple obriga a provisão que faz cair lucro do JPMorgan no final de 2025
O maior banco do mundo lucrou 48,75 mil milhões de euros em 2025, o que equivale a uma quebra de 2%. Olhando apenas para o 4.º trimestre, o resultado caiu 7%.
13 Jan 2026 - 15:21
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Foto: JPMorgan
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Foto: JPMorgan
O banco norte-americano JPMorgan abriu a época de apresentação de resultados na banca, tendo reportado um lucro de 48,75 mil milhões de euros em 2025, o que equivale a uma quebra de 2% face ao ano anterior. Olhando apenas para o último trimestre do ano, a queda do resultado foi maior, com o lucro a baixar 7% em termos homólogos para 11,12 mil milhões.
O resultado do quarto trimestre é explicado pela provisão criada, no valor de 1,88 mil milhões, devido à aquisição do negócio de cartões da Apple, anunciada recentemente. As provisões cresceram 77% face ao trimestre homólogo, segundo os dados revelados pelo JPMorgan.
De acordo com o maior banco do mundo, as receitas do JPMorgan em 2025 ascenderam a 158,7 mil milhões, mais 3% do que em 2024, e uma margem financeira de 82 mil milhões, também esta 3% acima do ano anterior. Do outro lado, as despesas aumentaram 4% para 81,77 mil milhões.
Entre as receitas do banco, quando excluídos os valores da área de Mercados, estas mantiveram-se estáveis, tendo até caído 2% na vertente de receitas não provindas de juros. Por outro lado, a área de Mercados viu um aumento anual de 19% na sua receita, totalizando 30,61 mil milhões.
O banco conseguiu um ROE de 17% em 2025, menos 1 ponto percentual do que em 2024. No último trimestre, o JPMorgan registou um rácio CET1 de 14,5%, ficando abaixo dos 14,8% do trimestre anterior e dos 15,7% reportados em dezembro de 2024. Sobre este indicador, a instituição esclarece que a aquisição do negócio de cartões da Apple teve um impacto de 25 pontos base.
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