1 min leitura
Avaliação bancária na habitação sobe 12% para 1.721 euros por m2
Segundo o Instituto Nacional de Estatística, a variação mais intensa registou-se na Região Autónoma da Madeira, não se tendo verificado descidas em qualquer região.
26 Nov 2024 - 12:44
1 min leitura
Mais recentes
- BCE chama bancos para uma reunião sobre o modelo de IA Claude Mythos, da Anthropic
- Banco estatal italiano vai aumentar participação em empresa de pagamentos para evitar OPA hostil
- Mais de 50 prestadores de serviços de pagamento candidataram-se ao projeto-piloto do euro digital
- Álvaro Santos Pereira: “Ninguém do Banco de Portugal vai alguma vez vender produtos cripto ou outros produtos financeiros”
- ‘Factoring’ cresce 12,7% em 2025 e atinge máximo histórico de 51 mil milhões de euros
- IA pode reduzir custos da banca em cerca de 30% até 2030 e aumentar rentabilidade na mesma proporção
O valor mediano de avaliação bancária na habitação foi de 1.721 euros por metro quadrado (m2) em outubro, mais 185 euros (12,0%) em termos homólogos e 26 euros (1,5%) acima de valor de setembro, divulgou hoje o INE.
Segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em comparação com outubro de 2023, a variação mais intensa registou-se na Região Autónoma da Madeira (17,4%), não se tendo verificado descidas em qualquer região.
A Região Autónoma da Madeira foi também a que apresentou o aumento mais expressivo face ao mês anterior (2,6%), não se tendo igualmente verificado qualquer descida em cadeia.
Agência LUSA
Mais recentes
- BCE chama bancos para uma reunião sobre o modelo de IA Claude Mythos, da Anthropic
- Banco estatal italiano vai aumentar participação em empresa de pagamentos para evitar OPA hostil
- Mais de 50 prestadores de serviços de pagamento candidataram-se ao projeto-piloto do euro digital
- Álvaro Santos Pereira: “Ninguém do Banco de Portugal vai alguma vez vender produtos cripto ou outros produtos financeiros”
- ‘Factoring’ cresce 12,7% em 2025 e atinge máximo histórico de 51 mil milhões de euros
- IA pode reduzir custos da banca em cerca de 30% até 2030 e aumentar rentabilidade na mesma proporção