2 min leitura
Banco do Canadá reduz taxa de juro diretora em 0,25 pontos percentuais para 2,25%
O Banco do Canadá reduziu a taxa de juro em resposta à fragilidade da economia e a efeitos das tarifas comerciais dos EUA. Este é o segundo corte consecutivo.
29 Out 2025 - 15:58
2 min leitura
Foto Unsplash
Mais recentes
- Ouriço substitui Churchill nas libras inglesas
- Andrew Bailey alerta para a necessidade urgente de reforçar a supervisão dos criptoativos
- BCE redefine critérios para a «segunda divisão» da banca europeia
- Máximo dos Santos deixa administração do Banco de Portugal no final do mês
- Federação Europeia de Investidores quer Contas Poupança Investimento interoperáveis e portáteis em toda a UE
- EBA fiscaliza 129 bancos à luz das novas regras do Regulamento dos Requisitos de Fundos Próprios
Foto Unsplash
O Banco do Canadá reduziu nesta quarta-feira a taxa de juro diretora de 2,5% para 2,25%, como previsto por analistas, num contexto em que os efeitos das medidas comerciais dos EUA e da inflação são “um pouco mais claros”. “Considerando a atual fragilidade da economia e a expectativa de que a inflação se mantenha próxima da meta de 2%, o Conselho de Governadores decidiu reduzir a taxa de juro diretora em 25 pontos base”, explicou o banco central, em comunicado citado pela AFP.
Este corte de 0,25 pontos percentuais é a segunda redução consecutiva do banco central, após uma diminuição de 0,25 pontos em setembro.
As consequências da turbulência económica provocada pelos aumentos “históricos” das tarifas aduaneiras da administração Trump estão a tornar-se “mais evidentes”, acrescentou o banco central. Desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca, o Banco do Canadá tem acompanhado de perto os efeitos das políticas comerciais protecionistas do Presidente norte-americano, que têm impactado severamente certos setores da indústria canadiana, como o automóvel, o siderúrgico e o do alumínio.
O banco central afirmou que a taxa de juro diretora atual está “no nível apropriado” para manter a inflação dentro da meta de 1% a 2%, “ao mesmo tempo que auxilia a economia a atravessar este período de ajustamento estrutural”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Ouriço substitui Churchill nas libras inglesas
- Andrew Bailey alerta para a necessidade urgente de reforçar a supervisão dos criptoativos
- BCE redefine critérios para a «segunda divisão» da banca europeia
- Federação Europeia de Investidores quer Contas Poupança Investimento interoperáveis e portáteis em toda a UE
- EBA fiscaliza 129 bancos à luz das novas regras do Regulamento dos Requisitos de Fundos Próprios
- A próxima geração de clientes herda o património, mas não o gestor dos pais