2 min leitura
Bynd Venture Capital quer 50 empresas no portfólio até ao final do ano
Bynd VC quer acrescentar 12 novas empresas em 2026 após ter conseguido 11 em 2025.
05 Jan 2026 - 15:08
2 min leitura
Da esquerda para a direita: Tomás Penaguião (Partner), Lurdes Gramaxo (Partner), Santiago Salazar (Chairman and Partner) e Francisco Ferreira Pinto (Partner) | Foto: Bynd VC
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
Da esquerda para a direita: Tomás Penaguião (Partner), Lurdes Gramaxo (Partner), Santiago Salazar (Chairman and Partner) e Francisco Ferreira Pinto (Partner) | Foto: Bynd VC
A Bynd Venture Capital, sociedade de capital de risco ibérica, revela que, para 2026, pretende alcançar um total de 50 empresas no seu portfólio de investimentos. A instituição indica que isto equivale a um total de 12 novas empresas ao longo deste ano.
“Paralelamente, estão a ser avaliadas duas iniciativas estratégicas para explorar oportunidades específicas de mercado, expandindo e diversificando a capacidade de investimento do Fundo III”, acrescenta a Bynd VC. Este fundo, lançado em meados de 2024, conta com 15 participadas, das quais seis são portuguesas e nove são espanholas, “com presença nos principais centros de ‘startups’ como Lisboa, Porto, Madrid, Valência e Barcelona”.
A Bynd VC informa ainda que vai continuar a “apoiar as participadas na internacionalização dos negócios, na captação de clientes estratégicos e na preparação de novas rondas de financiamento, enquanto procura oportunidades de ‘exit’ nas participadas dos dois primeiros fundos”.
Em 2025, a Bynd VC realizou 11 investimentos em ‘startups’ com ligação ibérica em fase ‘pre-seed’ e ‘seed’, adianta a mesma. Mais de metade, destaca, concentraram-se em empresas de Inteligência Artificial, com aplicação em setores como finanças, marketing, legal, indústria e vendas. “Os restantes investimentos abrangeram áreas como software verticalizado e tecnologia aplicada às áreas da sustentabilidade, imobiliário ou espaço”, esclarece.
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça