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Candidaturas aos Prémios Caixa Social abertas até 30 de junho
Os Prémios Caixa Social abrangem as áreas de inclusão social e solidariedade, prevenção e cuidados de saúde e formação e capacitação. Vencedores são divulgados a 22 de setembro.
02 Jun 2026 - 14:46
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Caixa Geral de Depósitos | Foto: Rigby/JornalPT50
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Caixa Geral de Depósitos | Foto: Rigby/JornalPT50
A 8.ª edição dos Prémios Caixa Social, da Caixa Geral de Depósitos, abriu as suas candidaturas nesta semana e estas vão até dia 30 de junho. Estes prémios “têm como objetivo o apoio a projetos sociais, promovidos por instituições ligadas ao terceiro setor, que tenham como objetivo colmatar carências sociais e algumas necessidades da comunidade e de pessoas que se encontrem em situação de vulnerabilidade”.
Segundo informa, em comunicado, a CGD tem um montante global de 1 milhão de euros disponível e vai atribuir entre 10 mil e 25 mil euros a cada projeto, consoante a especificidade dos mesmos e a deliberação do júri. Os vencedores são divulgados a 22 de setembro.
Podem candidatar-se pessoas coletivas de direito privado sem fins lucrativos que cumpram os requisitos definidos no regulamento e que integrem a economia social. Estas devem assumir a forma jurídica de associações, fundações, cooperativas, misericórdias, IPSS, ONG e outras entidades sem fins lucrativos com intervenção social relevante.
A CGD refere ainda que as três áreas de intervenção abrangidas nestes prémios são inclusão social e solidariedade, prevenção e cuidados de saúde e formação e capacitação.
A primeira diz respeito a projetos que “visem garantir os direitos fundamentais e a inserção social das pessoas em situação de exclusão social ou pobreza”, com foco em crianças ou jovens, famílias e/ou idosos em situações de vulnerabilidade, bem como pessoas com deficiência, sem-abrigo, migrantes, refugiados ou minorias étnicas.
Já os projetos de prevenção e cuidados de saúde devem dirigir-se também a pessoas em situação de vulnerabilidade, nomeadamente ao nível dos cuidados primários, telemedicina, doenças degenerativas, prevenção e rastreio de doenças infetocontagiosas e outras patologias.
Nas iniciativas dentro da área de formação e capacitação, estas devem fomentar a qualidade da educação, aumentar os níveis de escolarização, prevenir e combater o abandono escolar, apoiar crianças e jovens com dificuldades de aprendizagem e promover o sucesso educativo e a aprendizagem ao longo da vida. Devem ainda “potenciar a capacitação, qualificação e aquisição de competências pessoais, sociais ou profissionais destinadas a favorecer a empregabilidade e a integração dos beneficiários no mercado de trabalho, bem como na manutenção dos postos de trabalho, com a reconversão profissional e a capacitação dos colaboradores”, acrescenta o banco.
As áreas em questão estão alinhadas com os desafios sociais atuais e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, sublinha a CGD.
O júri é composto por membros independentes, convidados pelo banco, e é presidido pelo presidente do Conselho de Administração da CGD, António Farinha de Morais.
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