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CGD avaliará reforço na Fidelidade caso haja abertura de capital em bolsa
Quanto a negociações diretas da CGD para investir na Fidelidade antes da ida a bolsa, Macedo recusou que haja negociações com a Fosun, mas também adiantou que, se houvesse, não confirmaria.
27 Fev 2026 - 10:58
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Foto: Jornal PT50/Luís Alves Almeida
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Foto: Jornal PT50/Luís Alves Almeida
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) avaliará o reforço da sua posição na seguradora Fidelidade quando esta for colocada em bolsa, disse nesta quinta-feira o presidente do banco, Paulo Macedo, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados de 2025. “Nessa altura logo analisaremos”, afirmou aos jornalistas, em Lisboa.
Segundo o gestor, tendo a CGD acordo para distribuição de seguros, “tudo o que acontece à Fidelidade” interessa ao banco público e, desde logo, tem havido trabalho conjunto com a empresa para “aumentar a venda de seguros” e o banco ganhar mais em comissões.
A Fidelidade é detida em 85% pelo grupo chinês Fosun e em 15% pela CGD. De acordo com a imprensa, há intenção da Fidelidade abrir parte do capital em bolsa.
O jornal ‘online’ Eco noticiou, há duas semanas, que a CGD quer reforçar a participação acionista na Fidelidade, que atualmente é de 15%.
Quanto a negociações diretas para investir na Fidelidade (antes da ida a bolsa), Macedo recusou que haja negociações com a Fosun, mas também adiantou que se houvesse alguma conversa não a confirmaria.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
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