2 min leitura
CMVM vê riscos operacionais e de mercado elevados e a crescer em 2026
A subida do 'outlook' sobre os riscos operacionais, face ao ano passado, é justificada pela CMVM com a "crescente digitalização" e "aumento de ciberataques".
26 Dez 2025 - 14:26
2 min leitura
Foto: Adobe Stock/SEVENNINE_79
Mais recentes
- O perigo dos lugares-comuns
- Lagarde: “Iniciativas de modernização regulatória não devem resultar em desregulação”
- Banco de Portugal pede aos cidadãos que mantenham uma reserva de dinheiro físico em casa
- Catarina Castro entra no Conselho Executivo da Mare Nostrum funds
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento
Foto: Adobe Stock/SEVENNINE_79
A CMVM lançou nesta sexta-feira o seu ‘outlook’ de riscos para 2026, no qual indica que os riscos de mercado e operacionais devem manter-se elevados em 2026 e com ‘outlooks’ crescentes. No caso dos riscos de mercado, o regulador tem um ‘outloook’ semi-ascendente. Já os riscos operacionais são vistos com um ‘outlook’ ascendente.
Em comparação com o ano anterior, a diferença está no ‘outlook’ dos riscos operacionais, que era, para 2025, estável. Já os restantes riscos enumerados pela CMVM – liquidez, crédito e conduta – mantêm-se inalterados e menos alarmantes. Todos estes têm risco médio e ‘outlook’ estável.
Em comunicado, a CMVM explica que o risco operacional surge maioritariamente ligado à cibersegurança e a mudança no ‘outlook’ se deve à “crescente digitalização” e ao “aumento de ciberataques”. Já nos riscos do mercado, o regulador alerta para um “possível ajustamento dos preços nos mercados financeiros, decorrente do atual contexto geopolítico e do seu impacto sobre o cenário macroeconómico”.
Sobre os riscos de liquidez e crédito, a CMVM indica que “a influenciar a evolução destes riscos está, uma vez mais, o contexto geopolítico e o seu impacto num possível ajustamento dos preços nos mercados financeiros e nos custos de financiamento”.
Mais recentes
- O perigo dos lugares-comuns
- Lagarde: “Iniciativas de modernização regulatória não devem resultar em desregulação”
- Banco de Portugal pede aos cidadãos que mantenham uma reserva de dinheiro físico em casa
- Catarina Castro entra no Conselho Executivo da Mare Nostrum funds
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento