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Deutsche Bank corta 111 postos de emprego de gestores de topo
O Deutsche Bank está a cortar despesas para cumprir metas até 2025. Reduziu custos com consultores externos em 75% e fechou 300 balcões na Alemanha. O foco é melhorar a eficiência e aumentar a receita nas suas unidades.
11 Nov 2024 - 18:23
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Foto: Deutsche Bank
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Foto: Deutsche Bank
O Deutsche Bank está a levar a cabo uma estratégia de corte de despesas, de modo a cumprir com as metas para 2025, avança o Financial Times. De acordo com o jornal britânico, a divisão de retalho e ‘private wealth’ efetuou um despedimento de 111 gestores de topo – uma fatia representante de 8% dos diretores desta divisão.
O objetivo do banco passa por melhorar o rácio ‘cost-to-income’ para entre 60 a 65% no próximo ano, sendo que este se fixou em 77% nos primeiros nove meses deste ano. Para isto, reconhece Claudio de Sanctis, diretor da unidade em questão, é necessário também aumentar a receita em todas as linhas de negócio.
No que diz respeito à estratégia de redução de despesa, Claudio de Sanctis já fez um corte de 75% dos custos com consultores externos e está a encerrar mais de 300 balcões pela Alemanha. A par disto, houve uma fusão de três níveis de gestores e uma redução de 6,5% em funcionários de ‘front office’. O principal foco no corte de recursos humanos têm sido diretores séniores com remunerações altas.
O diretor da unidade afirma estar empenhado nas metas de eficiência e em “trabalhar arduamente” as áreas que estão sob o seu controlo.
Esta unidade representa 31% da receita, mas apenas 23% do lucro na vertente de ‘wealth management’ na Alemanha. É marcada há anos, segundo o Financial Times, como uma divisão com uma “performance aquém das expectativas, incapaz de ganhar o seu custo de capital e que irrita clientes e reguladores pela sua migração tecnológica mal feita”.
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