2 min leitura
Existem dois bancos russos a operar no Espaço Económico Europeu
Lista da Autoridade Bancária Europeia (EBA) mostra que há sete instituições financeiras do Irão, três bancos angolanos e seis das Seychelles entre as 445 sociedades de 50 países fora da União Europeia e do Espaço Económico Europeu.
15 Out 2025 - 11:30
2 min leitura
Foto: Wikimedia
Mais recentes
- O perigo dos lugares-comuns
- Lagarde: “Iniciativas de modernização regulatória não devem resultar em desregulação”
- Banco de Portugal pede aos cidadãos que mantenham uma reserva de dinheiro físico em casa
- Catarina Castro entra no Conselho Executivo da Mare Nostrum funds
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento
Foto: Wikimedia
A Autoridade Bancária Europeia (EBA) divulgou nesta semana a lista atualizada dos grupos e sucursais de países terceiros que operam na União Europeia e no Espaço Económico Europeu (UE/EEE). A nova atualização identifica 445 grupos oriundos de 50 países fora da UE/EEE que atualmente desenvolvem atividade na região.
Destes, 10 grupos estabeleceram empresas-mãe intermediárias na União Europeia, conforme exigido pela regulamentação europeia. Além disso, 59 grupos de países terceiros possuem filiais na UE/EEE, o que resulta num total de 88 filiais de países terceiros espalhadas por todo o espaço europeu.
Entre essas instituições encontram-se duas sociedades russas – uma não identificada pela EBA e o Gazprombank – bem como três bancos angolanos (o Atlântico Financial Group, o Banco Angolano de Investimentos e o Banco de Negócios Internacional), sete bancos iranianos e seis instituições financeiras das ilhas Seychelles.
A maior representação de instituições oriundas de fora do espaço UE/EEE pertence aos Estados Unidos, com 102 bancos, seguida do Reino Unido (com 79 instituições) e da Suíça (com 52).
Existem ainda filiais provenientes do Líbano, da Líbia, de Israel e das Ilhas Caimão.
Este relatório insere-se nos esforços da EBA para garantir que os participantes do mercado disponham de maior transparência sobre a propriedade e a presença de instituições estrangeiras na UE/EEE, contribuindo para um ambiente bancário mais estável e seguro.
Mais recentes
- O perigo dos lugares-comuns
- Lagarde: “Iniciativas de modernização regulatória não devem resultar em desregulação”
- Banco de Portugal pede aos cidadãos que mantenham uma reserva de dinheiro físico em casa
- Catarina Castro entra no Conselho Executivo da Mare Nostrum funds
- Multas até 25 mil euros para prestadores cripto que escondam informações ao Fisco
- Projetos do PCP e do Chega sobre o “Cartel da Banca” aprovados no Parlamento