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Santander Portugal emprestou 1,4 mil milhões em crédito à habitação com garantia

Houve 45 mil jovens a pedir crédito com recurso à garantia do Estado. O Santander Portugal revelou ainda que foram concedidas moratórias a 689 contratos.

29 Abr 2026 - 16:13

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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50

Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50

O Santander Portugal emprestou 1,4 mil milhões de euros em crédito à habitação com garantia pública, revelou nesta quarta-feira fonte oficial do banco à Lusa. O Santander Portugal divulgou lucros de 242,4 milhões de euros no primeiro trimestre, menos 9,8% face aos primeiros três meses de 2025.

A perguntas da Lusa sobre a garantia pública, o Santander Portugal disse que até ao momento recebeu 45 mil pedidos de jovens e que foram formalizadas escrituras num valor total de cerca de 1,4 mil milhões de euros.

A garantia pública para o crédito à habitação a jovens até 35 anos (inclusive) aplica-se a contratos assinados até final de 2026 e permite ao Estado garantir, enquanto fiador, até 15% do valor da transação. Na prática, a medida permite que os jovens consigam obter 100% do valor da avaliação da casa, em vez dos 90% de limite.

Sobre as moratórias de crédito por causa das tempestades, adiantou o Santander que foram concedidas a 689 contratos. As moratórias que suspendem juros e/ou capital de créditos a empresas e famílias afetadas pelas tempestades do início do ano acabaram esta semana. Contudo, o Governo anunciou nesta tarde que irá alargar as moratórias para as empresas por mais 12 meses.

Ainda nas contas divulgadas o banco indicou que no final de março tinha 4569 trabalhadores, menos 113 do que um ano antes. O banco indicou que houve saídas por reformas antecipadas mas, questionado pela Lusa, não detalhou de quantas se trataram. Segundo o Santander, as saídas resultam de ter vindo a preparar, “com antecedência, uma transição geracional ligada à entrada em reforma de vários colaboradores” e que o objetivo é que seja gradual para “preservar conhecimento crítico e garantir a continuidade na atividade”.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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