2 min leitura
Governo espanhol prorroga prazo para venda da sua participação no CaixaBank até dezembro de 2027
O Governo de Pedro Sánchez pretende tirar proveito do ambiente de crescimento do valor das ações do CaixaBank, como forma de “utilização mais eficiente dos recursos públicos”.
26 Fev 2025 - 08:14
2 min leitura
Pedro Sánchez, presidente do Governo de Espanha | Foto: Governo de Espanha
Mais recentes
- Portugal tem mais uma universidade no ‘ranking’ de educação executiva do Financial Times
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
Pedro Sánchez, presidente do Governo de Espanha | Foto: Governo de Espanha
O executivo espanhol decidiu prorrogar o prazo para a venda da sua participação no CaixaBank até dezembro de 2027, avança a agência de notícias espanhola EuropaPress, de acordo com referências do Conselho de Ministros publicadas nesta terça-feira.
“O objetivo desta prorrogação é incentivar a utilização mais eficiente dos recursos públicos, num contexto em que o valor das ações do CaixaBank se mantém num ambiente de crescimento, o que favoreceria a maximização da recuperação do montante investido pelo Estado”, explica o Governo.
Este ano, a cotação das ações do CaixaBank já subiu mais de 25%. Desde a conclusão da aquisição do Bankia, em março de 2021, as ações do CaixaBank valorizaram-se em bolsa mais de 150%, excluindo dividendos, acrescenta a agência noticiosa.
Em dezembro de 2024, o Fundo de Reestruturação Ordenada Bancária – entidade criada pelo governo da Espanha em 2009 para gerir processos de reestruturação e resolução de bancos em dificuldades – decidiu contratar o Bank of America para vender parte das suas ações com o objetivo de não ultrapassar uma participação de 18%.
Esta será a quinta prorrogação do prazo inicial de venda. A primeira foi aprovada em dezembro de 2016, a segunda em 2018, a terceira em fevereiro de 2021, com a prorrogação do período de alienação até dezembro de 2023; e a última, em dezembro de 2022, com a prorrogação até ao final de 2025.
Mais recentes
- Portugal tem mais uma universidade no ‘ranking’ de educação executiva do Financial Times
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência