2 min leitura
HSBC nomeia Brendan Nelson como presidente um dia após CEO revelar que este não queria o cargo
Brendan Nelson é, desde 1 de outubro, presidente interino do HSBC.
03 Dez 2025 - 15:59
2 min leitura
Foto: HSBC
Mais recentes
- Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em “défice de regulação”
- Supremo Tribunal Administrativo extingue Fundação Berardo e abre caminho aos bancos credores de 980 milhões de euros
- Da Conformidade à Resiliência: Fraude, Integridade e Criação de Valor em Ambientes de Risco Global
-
O Futuro dos pagamentos com IA – O ProgramaParceiroPT50 Brand
- Grandes bancos europeus fizeram provisões de 1,5 mil milhões no 1.º trimestre devido à guerra no Médio Oriente
-
O Futuro dos pagamentos com IA- Coffee BreakParceiroInovação e Fintech
Foto: HSBC
Uma nomeação caricata surgiu na banca europeia nesta quarta-feira. O HSBC anunciou Brendan Nelson como presidente do Conselho de Administração do banco. Nelson é presidente interino desde 1 de outubro e esta nomeação surge um dia após o CEO, Georges Elhedery, ter adiantado num evento em Londres que o presidente não tencionava ocupar o cargo de forma permanente.
Numa conferência do Financial Times, Elhedery reiterou que Nelson “expressou o desejo de não o ser durante seis a nove anos dado o momento da sua carreira”. Segundo um documento consultado pela agência Reuters, o banco sediado no Reino Unido garante ter seguido um processo “robusto” que considerou candidatos internos e externos, sem elaborar mais sobre o assunto.
Nelson foi diretor de ‘Global Banking’ na KPMG e tem experiência em finanças internacionais. “Desde que assumiu o cargo de presidente interino do grupo, Brendan tem demonstrado as suas excelentes capacidades de liderança, apoiadas pelas suas sólidas credenciais bancárias e de governança”, sublinha a responsável pelo processo de substituição do presidente, Ann Godbehere.
O presidente vai agora supervisionar a reestruturação que está a ser levada a cabo pelo CEO, que ocupa este cargo há pouco mais de um ano. Elhedery tem feito um desinvestimento no ocidente, focando o banco de novo no mercado asiático, de onde o banco retira mais de metade das suas receitas, lembra a Reuters.
Mais recentes
- Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em “défice de regulação”
- Supremo Tribunal Administrativo extingue Fundação Berardo e abre caminho aos bancos credores de 980 milhões de euros
- Da Conformidade à Resiliência: Fraude, Integridade e Criação de Valor em Ambientes de Risco Global
-
O Futuro dos pagamentos com IA – O ProgramaParceiroPT50 Brand
- Grandes bancos europeus fizeram provisões de 1,5 mil milhões no 1.º trimestre devido à guerra no Médio Oriente
-
O Futuro dos pagamentos com IA- Coffee BreakParceiroInovação e Fintech