2 min leitura
ING anuncia recompra de 57% de ações desde outubro
O banco tem um programa para a recompra de ações no valor de 2 mil milhões de euros.
11 Fev 2025 - 10:35
2 min leitura
Steven van Rijswijk, CEO do ING Group | Foto: ING
Mais recentes
- Santander lança plataforma criativa “Começos Imperfeitos”
- Comissária quer “licença única” para os serviços financeiros
- Caixa Agrícola de Torres Vedras integra projeto do Campus de Saúde e reforça aposta no desenvolvimento regional
- Mercado Bitcoin lança assistente virtual “Vera”
- Aprovadas multas até 22.500 euros para prestadores de serviços de criptoativos que não prestem informações ao Fisco
- Economia portuguesa financiou exterior em 2,7% do PIB em 2025
Steven van Rijswijk, CEO do ING Group | Foto: ING
O ING anunciou nesta terça-feira que, no âmbito do programa de recompra de ações de 2 mil milhões de euros, anunciado em 31 de outubro de 2024, foram recompradas, no total, 6 514 857 ações durante a semana de 3 de fevereiro de 2025 até 7 de fevereiro de 2025, inclusive. Até à data, foi concluído aproximadamente 57% do valor total máximo do programa de recompra de ações.
As ações foram recompradas a um preço médio de 15,77 euros ou a um montante total de 102 768 994,66 euros.
O banco refere que, em conformidade com o objetivo do programa de redução do capital social do ING, o número total de ações recompradas ao abrigo deste programa até à data é de 75 018 017 ações ordinárias, a um preço médio de 15,20 euros, por um valor total de 1 140 037 583,40 euros.
As ações do Grupo ING estão cotadas nas bolsas de Amesterdão, Bruxelas e na Bolsa de Valores de Nova Iorque.
Recorde-se que, na última semana, o CEO do banco neerlandês mostrou-se interessado em valorizar o banco através de aquisições em Espanha, Itália e na Alemanha. O ING Group está à procura de oportunidades para comprar bancos nalguns países europeus, para aumentar a sua dimensão, disse Steven van Rijswijk, juntando-se a uma onda de potenciais aquisições que poderão acontecer no espaço europeu.
“Queremos crescer em mercados maiores, incluindo Itália, Espanha e Alemanha”, disse Steven van Rijswijk à agência noticiosa. “M&A (fusões e aquisições) é uma opção em todo o lado, se se adequar aos nossos critérios”, acrescentou.
Também o ministro das Finanças holandês, Eelco Heinen, sublinhou recentemente a batalha de consolidação entre os bancos na Europa, manifestando a esperança de que os bancos holandeses possam ser envolvidos como compradores, em vez de serem vítimas de rivais estrangeiros.
Mais recentes
- Santander lança plataforma criativa “Começos Imperfeitos”
- Comissária quer “licença única” para os serviços financeiros
- Caixa Agrícola de Torres Vedras integra projeto do Campus de Saúde e reforça aposta no desenvolvimento regional
- Mercado Bitcoin lança assistente virtual “Vera”
- Aprovadas multas até 22.500 euros para prestadores de serviços de criptoativos que não prestem informações ao Fisco
- Economia portuguesa financiou exterior em 2,7% do PIB em 2025