1 min leitura
Irão: Presidente do Eurogrupo defende que UE deve estar “alerta e pronta para responder”
“A questão-chave é a duração e intensidade da crise, uma vez que serão determinantes para a escala do impacto económico", reiterou o presidente do Eurogrupo.
27 Mar 2026 - 13:55
1 min leitura
Kyriakos Pierrakakis, novo presidente do Eurogrupo
Mais recentes
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha
Kyriakos Pierrakakis, novo presidente do Eurogrupo
O presidente do Eurogrupo, Kyriakos Pierrakakis, defendeu nesta sexta-feira que a Europa deve estar “alerta e pronta para responder” aos efeitos económicos do conflito no Médio oriente, admitindo que esta é uma “crise preocupante” para o fornecimento energético e estabilidade económica.
“A questão-chave é a duração e intensidade da crise, uma vez que serão determinantes para a escala do impacto económico. A incerteza mantém-se elevada e a Europa deve permanecer alerta e pronta para responder”, defendeu Kyriakos Pierrakakis, falando em conferência de imprensa no final de uma reunião virtual do Eurogrupo.
Apontando que, “um mês após o início do conflito, os seus efeitos já começam a refletir-se na economia real” dados os custos operacionais para as empresas, os aumentos das faturas da energia e as pressões inflacionárias conjugadas com riscos de baixo crescimento, o responsável admitiu que esta é uma “crise preocupante que afeta os preços do comércio energético e a estabilidade económica”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha