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JPMorgan em conversações para ser banco do Conselho da Paz de Trump
O Conselho da Paz de Trump reúne nesta quinta-feira pela primeira vez e tem colhido críticas por parte de vários estados.
19 Fev 2026 - 16:47
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Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase | Foto: JPMC
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Jamie Dimon, CEO do JPMorgan Chase | Foto: JPMC
O maior banco norte-americano JPMorgan está em conversações para ser o prestador de serviços bancários do Conselho da Paz proposto por Donald Trump e que se reúne nesta quinta-feira pela primeira vez. A informação é avançada pelo Financial Times, que cita pessoas conhecedoras das discussões.
O órgão em questão foi proposto pelo presidente dos EUA e tem recolhido contestação e polémica por todo o mundo por se apresentar como um concorrente direto à ONU, quando, inicialmente, se apresentava como um meio para resolver o conflito israelo-palestiniano e reconstruir a Faixa de Gaza após a devastação da guerra.
Ao Financial Times, o JPMorgan recusou comentar as suas interações com esta entidade criada por Trump, que já recolheu mais de 4,22 mil milhões de euros dos estados que querem fazer parte da mesma, de acordo com as declarações da porta-voz da Casa Branca, citada pelo periódico britânico.
Do lado da administração de Trump houve também recusa de comentário, reiterando que não havia nada a anunciar de momento.
Segundo o Financial Times, duas pessoas conhecedoras do processo, contudo, afirmam que o banco está em conversações para prestar serviços, como pagamentos de e para a administração do dito conselho.
Recorde-se, no entanto, que as relações entre o JPMorgan e a administração Trump não são as melhores. No mês passado, Trump deu início a um processo judicial contra o banco e o seu CEO, Jamie Dimon, por estes alegadamente terem encerrado as suas contas por razões políticas.
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