1 min leitura
Larry Summers abandona presidência do ‘advisory board’ do Grupo Santander
Anúncio surge na sequência da divulgação de documentos relacionados com Jeffrey Epstein, que confirmam proximidade do falecido criminoso com Larry Summers.
20 Nov 2025 - 11:23
1 min leitura
Foto: website oficial Larry Summers
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
Foto: website oficial Larry Summers
O presidente do ‘advisory board’ internacional do Grupo Santander, Larry Summers, apresentou a sua demissão, confirmou fonte oficial do banco, citada pela Reuters.
A agência de notícias sublinha que esta decisão surge dias após o Congresso dos EUA divulgar documentos relacionados com Jeffrey Epstein que demonstram uma relação próxima entre os dois.
Summers indicou na segunda-feira que ia afastar-se de compromissos públicos, segundo a Reuters, argumentando que a decisão visa “reconstruir a confiança e reparar as relações com as pessoas mais próximas”.
Larry Summers é membro deste conselho desde 2016. O órgão presta aconselhamento em matérias como inovação, transformação digital, cibersegurança e novas tecnologias.
Summers anunciou ainda na quarta-feira a saída da administração da OpenAI.
Mais recentes
- Quase quatro em cada cinco edifícios construídos em 2025 foram para habitação familiar
- A Europa acordou!
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça