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Mais 753,3 milhões de euros subscritos em Certificados de Aforro
Crescimento das subscrições desde o início do ano leva a dívida pública de retalho a superar os 44,6 mil milhões de euros
21 Set 2026 - 12:29
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
Os portugueses estão cada vez mais rendidos aos Certificados de Aforro. Segundo os últimos números do Banco de Portugal, divulgados nesta segunda-feira, em agosto aqueles instrumentos de retalho da dívida pública totalizaram um novo recorde de mais de 44,6 mil milhões de euros, uma subida de 753,3 milhões de euros face ao mês de julho.
A evolução da taxa Euribor, indicador de referência para a remuneração destes produtos financeiros, voltou a atingir o teto máximo de 2,5%.
Em termos homólogos, são mais 6 mil milhões de euros que os portugueses investiram. Desde setembro de 2024, altura em que o volume de subscrições atingia os 33,8 mil milhões de euros, estes produtos financeiros têm registado um aumento sustentado.
Recorde-se que, a partir de 1 de janeiro de 2027, a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública (IGCP) vai introduzir alterações na forma como os titulares de Contas Aforro recebem os respetivos extratos, reforçando a utilização dos canais digitais e promovendo uma gestão mais sustentável.
Assim, os clientes que não tenham aderido ao serviço AforroNet passarão a receber o extrato em papel apenas uma vez por ano. O documento será emitido em janeiro, refletindo a posição da carteira a 31 de dezembro do ano anterior.
Por sua vez, os clientes aderentes ao AforroNet continuarão a dispor de extratos diários e mensais, permanentemente disponíveis no canal digital e sem qualquer limitação de acesso.
A adesão ao AforroNet é gratuita e permite aos aforradores gerir as suas poupanças a qualquer momento. Podem aderir o próprio titular da conta, o representante legal — no caso de menores ou maiores acompanhados — ou um procurador com poderes específicos para o efeito.
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