2 min leitura
Maria Luís Albuquerque defende conclusão da União Bancária
A poupança europeia deve financiar investimentos fundamentais, segundo a antiga ministra. Para a mesma, a cooperação da UE e uma verdadeira união dos mercados são essenciais para o desenvolvimento.
24 Out 2024 - 11:09
2 min leitura
Foto: Unsplash
Mais recentes
- Trimestre repleto de volatilidade faz lucro da XTB disparar 172% para recorde de 126 milhões
- Montenegro anuncia seguro obrigatório e Fundo de Catástrofes Naturais
- Competitividade bancária e fragmentação dos mercados à mesa do jantar entre Lagarde e Maria Luís Albuquerque
- Millennium BCP atribuiu mais de 4,3 milhões de ações a colaboradores e dirigentes em remuneração variável
- Startup checa tapaya angaria 1 milhão em ronda ‘pre-seed’
- Três meses depois de chegar ao topo, Francisco Guimarães Neto sai da BlackRock Portugal e ruma à Draycott
Foto: Unsplash
A candidata nomeada para a pasta dos Serviços Financeiros e União da Poupança e Investimento da Comissão Europeia, Maria Luís Albuquerque, em entrevista ao jornal Público, considera “crucial” a integração dos bancos na União da Poupança e Investimento e a conclusão do projeto da União Bancária. Entende ainda que o principal objetivo “deve ser que a poupança europeia seja canalizada da forma mais eficaz possível para financiar investimentos produtivos e estratégicos”.
Para isto, realça que é necessário apoio e empenho por parte da União Europeia, do Parlamento Europeu e dos próprios Estados-membros. Sobre a União dos Mercados de Capitais, a antiga ministra das Finanças aponta ainda para as questões regulamentares dos diferentes Estados como um obstáculo que tem de ser trabalhado.
A necessidade de um “verdadeiro mercado único” é, segundo Maria Luís Albuquerque, essencial para se poder desenvolver, por exemplo, novos produtos de poupança e investimento a baixos custos, destinados a pequenos consumidores e investidores.
Acredita também “que os resultados ambiciosos dos dossiês relacionados com as principais características estruturais da União Bancária, nomeadamente a reforma em curso da gestão de crises, e a criação de um Sistema Europeu de Seguro de Depósitos (EDIS, na sigla em inglês), contribuirão para uma maior integração do setor bancário e para o reforço da estabilidade financeira”.
Mais recentes
- Trimestre repleto de volatilidade faz lucro da XTB disparar 172% para recorde de 126 milhões
- Montenegro anuncia seguro obrigatório e Fundo de Catástrofes Naturais
- Competitividade bancária e fragmentação dos mercados à mesa do jantar entre Lagarde e Maria Luís Albuquerque
- Millennium BCP atribuiu mais de 4,3 milhões de ações a colaboradores e dirigentes em remuneração variável
- Startup checa tapaya angaria 1 milhão em ronda ‘pre-seed’
- Três meses depois de chegar ao topo, Francisco Guimarães Neto sai da BlackRock Portugal e ruma à Draycott