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Ministro das Finanças e governador do Banco de Portugal alertam para a utilização responsável da IA

Reunião juntou os países parceiros de Portugal no Fundo Monetário Internacional e no Banco Mundial

08 Jul 2026 - 11:17

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Álvaro Santos Pereira, governador do Banco de Portugal, e Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças/Foto: Banco de Portugal

Álvaro Santos Pereira, governador do Banco de Portugal, e Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças/Foto: Banco de Portugal

Os países parceiros de Portugal no Fundo Monetário Internacional (FMI) e no Banco Mundial reuniram-se em Lisboa com o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, para alertar para a necessidade de uma utilização responsável da Inteligência Artificial (IA) e de uma governação sólida desta tecnologia.

O encontro, que decorreu nos dias 6 e 7 de julho, teve lugar na sede do Banco de Portugal, em Lisboa, e reuniu governadores e governadores suplentes dos países que integram o grupo de Portugal nas duas instituições, indicaram nesta quarta-feira o Ministério das Finanças e o Banco de Portugal, em comunicado.

Segundo a mesma nota, Portugal esteve representado pelo ministro de Estado e das Finanças e pelo governador do Banco de Portugal. “Os trabalhos incluíram sessões dedicadas aos principais temas das agendas de política e institucional do Fundo Monetário Internacional e do Grupo Banco Mundial”, bem como sessões temáticas centradas na Inteligência Artificial, descrita como uma “transformação estrutural profunda, com impacto a nível nacional, regional e global, que coloca desafios de política comuns aos seus membros”.

Na intervenção de abertura e de encerramento das sessões, Joaquim Miranda Sarmento afirmou que a Inteligência Artificial é uma “realidade determinante para as economias e para as instituições”, devendo ser utilizada de forma responsável para reforçar a produtividade, a inovação, a competitividade e a inclusão.

Por sua vez, o governador do Banco de Portugal, Álvaro Santos Pereira, destacou a “necessidade de uma governação sólida da Inteligência Artificial”, sublinhando o papel das instituições financeiras internacionais e da cooperação entre os seus membros para aproveitar as oportunidades e responder aos desafios colocados por esta tecnologia.

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