2 min leitura
Miranda Sarmento: Lone Star quer vender 25% a 30% do Novo Banco
O Governo não tem informação sobre a venda total da participação. A Caixa Geral de Depósitos avaliará a situação de forma autónoma, defende o ministro.
31 Jan 2025 - 12:21
2 min leitura
Foto: novobanco
Mais recentes
- BEI canaliza 250 milhões para brasileiras empreendedoras na Amazónia
- Neobanco britânico Allica Bank quer entrar no mercado sueco
- CEO da Klarna compra 8,55 milhões de euros em ações da empresa
- Prestação da casa sobe em setembro nos principais prazos em créditos a taxa variável
- BlackRock Portugal já tem novo líder: João Robalo Martins sucede a Francisco Guimarães Neto
- 3.ª edição do “No Banco da Minha Escola” da APB chegou a cerca de 8 mil alunos
Foto: novobanco
O ministro das Finanças disse hoje que a informação que tem é que a Lone Star pretende fazer uma Oferta Pública de Venda (OPV) sobre cerca de 25% a 30% do capital do Novo Banco e não da totalidade da participação.
“O que sabemos por parte do Novo Banco e da Lone Star, e essa informação é pública, […] é que a Lone Star pretende fazer […] uma Oferta Pública de Venda sobre cerca de 25% a 30% do capital”, indicou Joaquim Miranda Sarmento, à margem do evento Leader’s Agenda, organizado pelo ISEG, em Lisboa.
O ministro salientou que o Governo nunca teve “informação de que a Lone Star esteja vendedora da totalidade dos 75% que detém no banco”.
O Estado detém direta e indiretamente 25% do capital do Novo Banco.
Questionado sobre uma notícia do Jornal Económico de que Governo estaria interessado em que a Caixa Geral de Depósitos avance com a compra do Novo Banco, o ministro reiterou que o executivo “respeita a autonomia de gestão da Caixa Geral de Depósitos”.
“A Caixa Geral de Depósitos fará a avaliação que entender daquilo que é as condições de mercado e daquilo que possam ser desenvolvimentos futuros do mercado”, afirmou, sendo que “se a Caixa entender fazer essa avaliação, face a situações que possam vir a ocorrer no futuro, o Governo depois tomará decisões com base nessa avaliação”.
Reafirmou ainda assim que o Governo não se imiscui “naquilo que é a gestão da Caixa Geral de Depósitos e naquilo que possam ser decisões da Caixa de avaliação de condições de mercado relativamente a concorrentes”.
Agência Lusa
Mais recentes
- BEI canaliza 250 milhões para brasileiras empreendedoras na Amazónia
- Neobanco britânico Allica Bank quer entrar no mercado sueco
- CEO da Klarna compra 8,55 milhões de euros em ações da empresa
- Prestação da casa sobe em setembro nos principais prazos em créditos a taxa variável
- BlackRock Portugal já tem novo líder: João Robalo Martins sucede a Francisco Guimarães Neto
- 3.ª edição do “No Banco da Minha Escola” da APB chegou a cerca de 8 mil alunos