1 min leitura
Neerlandês ING vê lucro cair 6,8% para 3,13 mil milhões até junho
O ING vai pagar um dividendo intercalar de 35 cêntimos por ação. As receitas totais subiram 0,3%, enquanto as despesas operacionais aumentaram 6%.
31 Jul 2025 - 16:04
1 min leitura
Foto: ING/Minko Minev
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
Foto: ING/Minko Minev
O ING, banco dos Países Baixos, obteve, na primeira metade do ano, um resultado líquido de 3,13 mil milhões de euros, uma queda de 6,8% face ao mesmo período de 2024. Este resultado surge num contexto de redução das taxas de juro pelo Banco Central Europeu.
O banco revelou que vai pagar um dividendo intercalar de 35 cêntimos por ação ordinária.
A margem financeira do banco teve uma quebra anual de 6,5%, fixando-se em 7,16 mil milhões nos primeiros seis meses do ano. As receitas totais ascenderam a 11,34 mil milhões, apenas 0,3% acima do período homólogo. Por outro lado, as despesas operacionais aumentaram 6% para 6,23 mil milhões. O rácio de eficiência da empresa deteriorou-se em 3 pontos percentuais para 55%.
O rácio CET1 do Grupo ING foi de 13,3%, abaixo dos 14% do primeiro semestre de 2024. O ROE caiu de 13,7% para 13%.
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas