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Nova edição do programa SPRINT da Fintech House apoia 11 ‘startups’ portuguesas
Programa da Fintech House vai apoiar cinco 'fintechs', três 'proptechs' e três 'regtechs'.
19 Jan 2026 - 11:11
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Foto Portugal FinTech
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A Fintech House iniciou uma nova edição do seu programa SPRINT, que vai apoiar, desta feita, 11 ‘startups’ nacionais. Este programa tem a duração de cinco meses e é “desenhado para apoiar ‘fintechs’ e ‘insurtechs’ em fase inicial com ambição de crescimento nacional e internacional”, informa a instituição.
De acordo com a Fintech House, as empresas selecionadas enquadram-se dentro de três áreas: ‘fintech’, ‘proptech’ e ‘regtech’. Na primeira área surgem a Dori Finance, a Simplyfier, a Ignis Vault, a FinSports e a Familillity. A Sócia, a Flippex e a Soditim estão dentro das ‘proptech’ e a Vencer, Coalex e GreenDash são ‘tegtechs’.
Ao longo dos últimos anos, já houve 17 ‘startups’ a serem lançadas com o apoio da Fintech House e, só no ano passado, sete empresas conseguiram levantar mais de 455 mil euros em investimento, adianta a instituição em comunicado.
O programa em questão “combina workshops práticos, mentoria especializada e integração numa comunidade ativa de empreendedores”. Vão ser trabalhadas áreas como validação de produto, estratégia de entrada no mercado, estruturação de operações, métricas de crescimento e preparação para investimento, esclarece a Fintech House.
A mentoria especializada vem de “algumas das principais referências do ecossistema financeiro e tecnológico, com experiência na criação, escalabilidade e internacionalização de ‘fintechs’”, sublinha, como Ana Teixeira, Nuno Pereira, Jon Fath, Nuno Cortesão, Gianluca Pereyra, Simão Cruz, Diogo Nesbitt e Rita Araújo.
O SPRINT culmina num Demo Day “onde [as ‘startups’] poderão apresentar os seus projetos com o objetivo de angariarem a sua primeira ronda de investimento e deixarem a sua marca no panorama ‘fintech’ europeu”, destaca a Fintech House. “Com esta nova edição do SPRINT, a Fintech House reforça o seu papel como plataforma de lançamento para a próxima geração de ‘fintechs’ europeias, contribuindo para posicionar Portugal como um polo de inovação financeira e impulsionando soluções que podem transformar o futuro das finanças no país e na Europa”, acrescenta.
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