3 min leitura
Pagamentos com PIX chegam a Portugal
O principal meio de pagamento digital utilizado no Brasil visa dar resposta ao crescimento de turistas brasileiros em Portugal e representa também um marco na estratégia de alargamento da UNICRE.
17 Dez 2024 - 09:16
3 min leitura
Foto: Freepik
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas
Foto: Freepik
O principal meio de pagamento digital utilizado no Brasil vai chegar a Portugal, através de uma parceria estabelecida entre a UNICRE e o Braza Bank, o maior banco de câmbio do Brasil.
A ‘joint-venture’ permitirá à instituição financeira portuguesa especialista em soluções de pagamento e ‘acquiring’ tornar-se no primeiro grande player do mercado dos pagamentos em Portugal a aceitar o PIX.
O objetivo é massificar a disponibilização deste meio de pagamento em Portugal, facilitando a concretização de transações a mais de um milhão de cidadãos brasileiros que visitam Portugal todos os anos. Assim, o PIX estará diretamente disponível nos terminais de pagamento e soluções de pagamentos online da marca REDUNIQ. Desta forma, a instituição financeira dá continuidade à sua estratégia de especialização em pagamentos.
“Com a crescente globalização e evolução dos movimentos turísticos e migratórios, tem sido fundamental para nós olhar para as necessidades que os consumidores de outras geografias trazem para o ecossistema de negócios locais. No fundo, o nosso compromisso passa por abrir portas a uma maior agilização do ato de pagamento, mantendo a sua simplicidade com o alargamento da nossa rede de aceitação a diferentes métodos de pagamentos internacionais – uma medida também ela crucial para catapultar a competitividade dos nossos clientes”, refere João Baptista Leite, presidente da UNICRE.
A partir de agora, os negócios portugueses passam a poder incluir este método de pagamento digital, oferecendo aos consumidores provenientes do Brasil uma solução transacional que lhes é conhecida. Segundo a UNICRE, é também mais cómoda, familiar, segura e económica, uma vez que os custos associados à transação passam a ser inferiores às transações com cartão, ao mesmo tempo que o câmbio do real brasileiro para o euro é feito automaticamente no momento do pagamento.
Por outro lado, o novo método de pagamento surge como um fator competitivo para os negócios nacionais. Em concreto, a implementação do PIX vai possibilitar aos comerciantes beneficiar de uma total segurança no processamento de pagamento, uma vez que esta nova solução traz consigo com uma experiência de aceitação de pagamentos semelhante à que o comerciante já tem com os pagamentos relativos a outros cartões. A par disto, o PIX pressupõe também uma maior rentabilidade, maior satisfação dos clientes e potencial aumento das vendas, bem como uma adesão sem custos e mensalidades associadas ao serviço, destaca a UNICRE.
Marcelo Sá, chief business officer do Braza Bank, destaca que esta “é a nossa primeira parceria com um acquirer no exterior e viabilizá-la será uma forma de levar mais agilidade para os comerciantes, além de facilitar as compras para o brasileiro que está em Portugal. Sem contar que os consumidores podem se sentir ainda mais seguros ao realizar algum pagamento por já saber o valor real da transação”.
Mais recentes
- Operações de instituições financeiras não bancárias estão a afetar financiamento de empresas da Zona Euro
- Pagamento de juros opõe o setor das criptomoedas à Banca
-
Horizontes da Educação – Quando a realidade virtual facilita a mobilização para a causa do Futuro da EducaçãoParceiroPT50 Brand
- Lucro do Nubank dispara 41% no arranque do ano para 744,7 milhões
- Menos de metade dos bancos portugueses contemplavam um “apagão” nos seus planos de contingência
- BNA defende para África mais cooperação financeira e inovação centrada nas pessoas