2 min leitura
SNQTB remarca manifestações de novembro e articula com sindicatos da UGT
As várias estruturas sindicais concertaram esforços para que as suas manifestações ganhem dimensão e impacto.
07 Out 2026 - 11:06
2 min leitura
Setor bancário nacional
Mais recentes
- Banco de Portugal vê margem para bancos aumentarem remuneração dos depósitos
- Bancos moçambicanos dizem que bloqueio de contas só preventivamente
- Euronext defende supervisão única nos mercados da União Europeia
- Técnicos Bancários aceitam aumento salarial de 3% no BCP e aguardam decisão do banco
- ESMA trava negociação de stablecoins que não cumpram os requisitos do MiCA
- Banco de Portugal lança moeda de coleção “Aqueduto das Águas Livres”
Setor bancário nacional
O Sindicato Nacional dos Quadros e Técnicos Bancários (SNQTB) remarcou as manifestações previstas para o próximo mês, articulando-se com os sindicatos do setor afetos à UGT para a realização de ações conjuntas. Segundo o SNQTB, a manifestação prevista inicialmente para 9 de outubro “fica sem efeito”, tendo sido marcadas ações conjuntas para 4, 25 e 30 de novembro.
Na primeira data, será feita uma manifestação junto às sedes dos bancos em Lisboa, em 25 de novembro uma manifestação no TagusPark, junto aos edifícios de Millennium BCP e Novo Banco e, por fim, uma greve geral em 30 de novembro. “A alteração das datas resulta do esforço de convergência entre as diferentes estruturas sindicais, que decidiram concertar as respetivas ações de protesto, procurando reforçar a sua dimensão e impacto”, refere o SNQTB.
A alteração foi articulada entre SNQTB, Mais Sindicato, Sindicato dos Trabalhadores do Setor Financeiro de Portugal (SBN) e Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Banca, Seguros e Tecnologias (SBC), com o objetivo de promover uma ação conjunta e reforçar a mobilização em defesa das suas reivindicações.
Os quatro sindicatos anunciaram, no final de setembro, um conjunto de ações de luta, incluindo uma greve no setor, em protesto contra a proposta de aumentos de 2%. Mais, SBN e SBC consideraram que a postura das instituições de crédito, que se “mostraram irredutíveis na proposta de 2% de aumento nas tabelas e cláusulas de expressão pecuniária”, “é inadmissível”.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Banco de Portugal vê margem para bancos aumentarem remuneração dos depósitos
- Bancos moçambicanos dizem que bloqueio de contas só preventivamente
- Euronext defende supervisão única nos mercados da União Europeia
- Técnicos Bancários aceitam aumento salarial de 3% no BCP e aguardam decisão do banco
- ESMA trava negociação de stablecoins que não cumpram os requisitos do MiCA
- Banco de Portugal lança moeda de coleção “Aqueduto das Águas Livres”