Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

3 min leitura

Ações cotadas em Portugal subiram 3 mil milhões em setembro

O 'stock' total de ações ascendeu a 87,2 mil milhões no final de setembro. O total de títulos de dívida emitidos caiu 2,8 mil milhões para 326,2 mil milhões.

19 Out 2026 - 11:53

3 min leitura

Foto Pexels

Foto Pexels

O ‘stock’ de ações cotadas em Portugal atingiu, no final de setembro, 87,2 mil milhões de euros, subindo 3 mil milhões em relação ao mês anterior. Segundo explica o Banco de Portugal, o aumento reflete a valorização de 1,8 mil milhões nas empresas não financeiras, parcialmente compensada pela cessação de 200 milhões em ações, e também a subida de 1,4 mil milhões no setor financeiro.

Entre agosto e setembro, a cotação das empresas do setor financeiro cresceu de 16,79 mil milhões para 18,21 mil milhões, enquanto as restantes passaram de 67,43 mil milhões para 69,01 mil milhões.

Por outro lado, de acordo com a informação prestada pelo banco central, é possível averiguar que os títulos de dívida emitidos por entidades residentes caíram 2,8 mil milhões para um total de 326,2 mil milhões.

A administração pública teve o maior contributo para esta variação, com os seus títulos a desvalorizarem 3,9 mil milhões, parcialmente compensados pelas emissões deduzidas de amortizações, no montante de mil milhões, e pelos juros corridos de 300 milhões.

Já o ‘stock’ de títulos de dívida do setor financeiro baixou 500 milhões, o que se deve a amortizações superiores às emissões em 200 milhões e, ao mesmo tempo, desvalorizações de 400 milhões.

No sentido inverso, as empresas não financeiras aumentaram a sua valorização em 300 milhões. Esta variação resultou das emissões líquidas de amortizações de 400 milhões, às quais se subtrai a desvalorização de 100 milhões.

Os títulos de dívida emitidos pelas administrações públicas representavam 186 mil milhões no final de setembro. No acumular do ano, as emissões líquidas de amortizações ascendem a 10,2 mil milhões de euros, menos 12 mil milhões do que no ano anterior.

Apesar desta diminuição, aponta o Banco de Portugal, “perspetiva-se que o valor das emissões líquidas de 2026 se aproxime do registado em 2025”. Isto porque o programa de financiamento das administrações públicas prevê emissões “relevantes” até ao final do ano.

No final de setembro, estavam previstas, para os 12 meses seguintes, amortizações de títulos de 44,6 mil milhões, o que equivale a 13% do ‘stock’ total. Destacam-se, sublinha o banco central, as amortizações das empresas não financeiras, de 7,6 mil milhões, previstas para outubro de 2026, e 7,8 mil milhões das administrações públicas, previstos para abril de 2027.

Os títulos de dívida ESG emitidos por entidades residentes totalizavam 14,2 mil milhões no final de setembro, menos 600 milhões do que em agosto. Equivalem a 4,4% do total de títulos de dívida emitidos.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade