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Assembleia-Geral do Millennium BCP reconduz Miguel Maya como CEO até 2029 e recompõe capital do banco
Nuno Amado continua como chairman e Madalena Cascais Tomé, ex-presidente da SIBS, entra para o Conselho de Administração.
14 Abr 2026 - 21:23
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Miguel Maya, CEO do Millennium bcp | Foto: Millennium bcp
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Miguel Maya, CEO do Millennium bcp | Foto: Millennium bcp
Os acionistas do BCP vão decidir, em assembleia-geral no próximo dia 7 de maio, a recondução de Nuno Amado e Miguel Maya para liderarem o banco no mandato 2026-2029, de acordo com uma proposta divulgada nesta terça-feira.
Outra das novidades é a nomeação de Madalena Cascais Tomé, ex-presidente da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) e atual membro do Comité Executivo da Worldline, líder mundial em serviços de pagamento, para vogal do Conselho de Administração.
Segundo o documento divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), os acionistas do BCP irão votar, em assembleia-geral, um novo Conselho de Administração (CA) para o mandato 2026-2029, que passa pela recondução de Nuno Amado como presidente.
Estão ainda propostos Jorge Magalhães Correia, primeiro vice-presidente do Conselho de Administração; Valter Rui Dias de Barros, segundo vice-presidente; e Miguel Maya, terceiro vice-presidente e presidente executivo (CEO).
A proposta inclui ainda os seguintes vogais: António Ferreira Pinto Júnior, Carla Sofia Pereira Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria de Oliveira Capeloa Gil, João Nuno de Oliveira Jorge Palma, José Pedro Rivera Ferreira Malaquias, Luís Miguel Manso Correia dos Santos, Maria João Almeida Gonçalves de Almeida, Maria Madalena Cascais Mendes Tomé, Maria José Henriques Barreto de Matos de Campos, Miguel de Campos Pereira de Bragança, Patrícia Andrea Bastos Teixeira Lopes Couto Viana e Vicent Li.
Será ainda eleita uma comissão de auditoria.
O BCP lembrou que esta eleição está condicionada à não oposição do Banco Central Europeu, “no âmbito do processo de avaliação da adequação e idoneidade, em termos individuais e coletivos”.
Em simultâneo, o banco vai proceder à recomposição do seu capital social. Assim, em primeiro lugar, haverá uma redução do capital social em 240 milhões de euros, correspondente à extinção das ações próprias já adquiridas ou que venham a ser adquiridas (correspondentes a 8% do capital social). Em segundo lugar, haverá um aumento do capital social por incorporação de uma reserva especial no valor de três mil milhões de euros.
Para além disso, o BCP vai propor aos acionistas um dividendo de 509 milhões de euros, assim como um aumento do valor a distribuir no futuro.
Segundo várias propostas divulgadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BCP lembrou que este valor está inserido na política do banco, que tem atualmente “um objetivo de distribuição de dividendos ordinários de 50%” dos lucros anuais e corresponde a um dividendo de 0,0344 euros por ação.
Noutra proposta a deliberar pelos acionistas, o BCP indicou, como já tinha sido anunciado, que a estes 50% pretende acrescer até 40%, através de um programa de recompra de ações.
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