2 min leitura
Banca procura perfis com competências digitais, mas ‘corporate finance’ é quem oferece maior salário
Os salários em 'corporate finance' variam até 90 mil euros em Lisboa e 70 mil no Porto. A experiência financeira e competências digitais são cada vez mais procuradas.
08 Abr 2025 - 12:20
2 min leitura
Foto: Unsplash
Mais recentes
- Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em “défice de regulação”
- Supremo Tribunal Administrativo extingue Fundação Berardo e abre caminho aos bancos credores de 980 milhões de euros
- Da Conformidade à Resiliência: Fraude, Integridade e Criação de Valor em Ambientes de Risco Global
-
O Futuro dos pagamentos com IA – O ProgramaParceiroPT50 Brand
- Grandes bancos europeus fizeram provisões de 1,5 mil milhões no 1.º trimestre devido à guerra no Médio Oriente
-
O Futuro dos pagamentos com IA- Coffee BreakParceiroInovação e Fintech
Foto: Unsplash
A “profunda transformação” por que a banca tradicional está a passar está a levar os bancos a procurar perfis específicos, com foco em CRM, cibersegurança e ‘compliance’. O Guia Salarial da Adecco Recruitment revela que os salários na área de ‘corporate finance’, nomeadamente em Lisboa, são os que tendem a ser maiores, registando um intervalo que vai dos 24500 aos 90 mil euros. No Porto, estes valores ficam entre 23500 e 70 mil euros.
Os intervalos salariais indicados pela Adecco Recruitment apontam ainda para os responsáveis de risco e os de ‘compliance’ como tendo o segundo maior teto de vencimento, nos 80 mil euros. Contudo, estes começam com um salário mais elevado. Na ordem dos 35 mil para a área de ‘compliance’ e de 40 mil para o risco. Na outra ponta da tabela aparecem os auditores internos, cujo ordenado varia entre 28 mil e 55 mil euros. Este guia nota que, apesar das diferenças regionais, existe cada vez mais uma convergência salarial entre Lisboa e Porto.
O setor está em busca de pessoas com “experiência financeira e competências digitais”, algo que tem sido acentuado pela “automatização de processos e pelo surgimento de novas ‘fintechs’, instituições de crédito e fundos de investimento”, adianta. O aumento de atividade de fundos de ‘private equity’ e de ‘venture capital’ sinalizam um “crescimento contínuo” no setor e também “oportunidades emergentes”, destaca.
“Os perfis mais procurados são agora aqueles que conseguem aliar uma visão analítica a competências em ‘software’ e interação com canais digitais”, esclarece a Adecco. A questão do ‘compliance’ tem-se adensado fruto do contexto económico e do aumento das exigências legais, acrescenta.
Para o diretor da Adecoo Recruitment Portugal, Bernardo Samuel, “a transformação da banca vai muito além da digitalização. Exige talento com visão integrada, capacidade de antecipar riscos e conhecimento profundo dos sistemas financeiros. As exigências aumentaram e a escassez de talento especializado é real”, reitera.
Mais recentes
- Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em “défice de regulação”
- Supremo Tribunal Administrativo extingue Fundação Berardo e abre caminho aos bancos credores de 980 milhões de euros
- Da Conformidade à Resiliência: Fraude, Integridade e Criação de Valor em Ambientes de Risco Global
-
O Futuro dos pagamentos com IA – O ProgramaParceiroPT50 Brand
- Grandes bancos europeus fizeram provisões de 1,5 mil milhões no 1.º trimestre devido à guerra no Médio Oriente
-
O Futuro dos pagamentos com IA- Coffee BreakParceiroInovação e Fintech