2 min leitura
Banco de Inglaterra mantém juros nos 3,75%
Votação de 6 contra 3 deixa taxas inalteradas, com a inflação a subir
17 Set 2026 - 13:40
2 min leitura
O presidente do Conselho de Estabilidade Financeira Andrew BaileyFoto Parlamento Europeu
Mais recentes
- Millennium BCP faz provisões de 40,6 milhões para créditos na Polónia
- Banca europeia sofre trambolhão nas bolsas e DBRS lança aviso sobre exposição às dívidas soberanas
- BPF aprova apoio a projeto de 100 milhões para produção de cenouras bebé em Santarém
- Revolut vai cobrir possíveis custos dos clientes associados à divulgação indevida de dados
- União bancária: presidente do Eurogrupo quer consenso e reitera que “ninguém vai ter tudo o que quer desta reforma”
- Seguro de catástrofes terá tarifa em função do risco
O presidente do Conselho de Estabilidade Financeira Andrew BaileyFoto Parlamento Europeu
O Banco de Inglaterra, liderado por Andrew Bailey, deixou inalterada nesta quinta-feira a taxa de juro de referência nos 3,75%, depois de, na reunião do Comité de Política Monetária (MPC), a votação ter resultado numa maioria de 6 votos contra 3. Três membros votaram a favor de um aumento da taxa de juro de referência em 0,25 pontos percentuais, para 4%.
Em comunicado, o banco central britânico refere que “o conflito prolongado no Médio Oriente contribuiu para novos aumentos nos preços do petróleo bruto e da energia refinada desde a última reunião, que permanecem mais voláteis e mais elevados do que antes do conflito”.
“A inflação medida pelo IPC no Reino Unido subiu para 3,1% em agosto e provavelmente aumentará ainda mais nos próximos trimestres. A política monetária está a ser definida para garantir que a inflação desça para 2% de forma sustentável, à medida que a economia se ajusta ao choque energético. A orientação da política monetária necessária para atingir esse objetivo dependerá da dimensão e da duração do choque e da forma como este se propagar pela economia”, acrescenta.
Segundo aquele organismo, “até ao momento, há poucas evidências de efeitos secundários significativos na formação de preços e salários. No entanto, o risco de tais efeitos, que a política monetária terá de contrariar, é maior quanto mais tempo persistirem os preços elevados da energia ou quanto maior for a sua volatilidade”.
O Banco de Inglaterra refere que a “atividade económica tem sido ligeiramente mais forte do que o esperado, embora as condições desfavoráveis do mercado de trabalho e as taxas de juro mais elevadas enfrentadas pelas famílias e pelas empresas desde o início do conflito contribuam para a redução da inflação ao longo do tempo”.
No geral, o Comité considera que os riscos para as perspetivas de inflação estão mais inclinados em sentido ascendente do que aquando da publicação do Relatório de Política Monetária de julho, embora ainda haja espaço para que as perspetivas se alterem substancialmente à medida que os acontecimentos no Médio Oriente evoluem”.
Mais recentes
- Millennium BCP faz provisões de 40,6 milhões para créditos na Polónia
- Banca europeia sofre trambolhão nas bolsas e DBRS lança aviso sobre exposição às dívidas soberanas
- BPF aprova apoio a projeto de 100 milhões para produção de cenouras bebé em Santarém
- Revolut vai cobrir possíveis custos dos clientes associados à divulgação indevida de dados
- União bancária: presidente do Eurogrupo quer consenso e reitera que “ninguém vai ter tudo o que quer desta reforma”
- Seguro de catástrofes terá tarifa em função do risco