2 min leitura
BCE colabora com nova autoridade no combate ao branqueamento de capitais
Reforço entre os vários supervisores é considerado “essencial” para travar a lavagem de dinheiro.
03 Jul 2025 - 15:57
2 min leitura
Foto: Freepik
Mais recentes
- Álvaro Santos Pereira: “Ninguém do Banco de Portugal vai alguma vez vender produtos cripto ou outros produtos financeiros”
- ‘Factoring’ cresce 12,7% em 2025 e atinge máximo histórico de 51 mil milhões de euros
- IA pode reduzir custos da banca em cerca de 30% até 2030 e aumentar rentabilidade na mesma proporção
- Banco de Portugal avisa que prolongamento da moratória da tempestade Kristin vai somar capital e juros aos montantes em dívida
- BPI agrega os serviços de Private e Wealth e lança a BPI Wealth Management
- Portugueses contrataram 1,2 mil milhões em crédito à habitação em março
Foto: Freepik
O Banco Central Europeu (BCE) vai colaborar com a nova Autoridade de Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (AMLA), instituição que recentemente nomeou o espanhol Juan-Manuel Vega Serrano como seu vice-presidente.
O BCE e a AMLA, que também está sediada em Frankfurt, assinaram um memorando de entendimento para trabalhar em conjunto e evitar duplicação de esforços, anunciou nesta quinta-feira a autoridade monetária.
A Autoridade de Combate à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo foi criada em 2024 e iniciará a supervisão direta em janeiro de 2028.
O memorando de entendimento entre o BCE e a AMLA estabelece os princípios de troca de informações e colaboração regular.
A AMLA supervisionará diretamente um grupo de instituições financeiras particularmente expostas a riscos de lavagem de dinheiro transfronteiriça, que incluem instituições de pagamento, provedores de serviços de criptoativos e alguns bancos.
O BCE, enquanto supervisor da zona do euro, também tem esses bancos sob a sua alçada e já considera a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo na sua supervisão.
A presidente da AMLA, Bruna Szego, disse, citada em comunicado, que a colaboração estreita entre todos os supervisores é essencial para a construção de “uma estrutura robusta e consistente de combate à lavagem de dinheiro na Europa, que protegerá melhor o sistema financeiro contra criminosos”.
“É essencial que os supervisores e as autoridades de combate à lavagem de dinheiro trabalhem em conjunto, de forma estreita e eficiente, para fortalecer a resiliência do setor bancário”, reiterou Claudia Buch, presidente do Conselho de Supervisão do BCE na Alemanha.
Agência Lusa
Editado por JornalPT50
Mais recentes
- Álvaro Santos Pereira: “Ninguém do Banco de Portugal vai alguma vez vender produtos cripto ou outros produtos financeiros”
- ‘Factoring’ cresce 12,7% em 2025 e atinge máximo histórico de 51 mil milhões de euros
- IA pode reduzir custos da banca em cerca de 30% até 2030 e aumentar rentabilidade na mesma proporção
- Banco de Portugal avisa que prolongamento da moratória da tempestade Kristin vai somar capital e juros aos montantes em dívida
- BPI agrega os serviços de Private e Wealth e lança a BPI Wealth Management
- Portugueses contrataram 1,2 mil milhões em crédito à habitação em março