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BCE nomeia Thomas Broeng Jorgensen diretor-geral de Instituições Especializadas e Instituições Menos Significativas
Nomeação surge na sequência de várias alterações na diretoria-geral de supervisão do BCE, anunciada em novembro passado.
11 Fev 2026 - 16:10
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Foto LinkedIn Thomas Broeng Jorgensen
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Foto LinkedIn Thomas Broeng Jorgensen
O Banco Central Europeu (BCE) nomeou Thomas Broeng Jorgensen diretor-geral de Instituições Especializadas e Instituições Menos Significativas. A entrada em funções dá-se a 1 de março.
A nomeação de Thomas Broeng Jorgensen visa substituir Patrick Amis, que passa a ser diretor-geral de Supervisão Horizontal também a 1 de março. Esta é uma de várias trocas e nomeações entre os diretores de supervisão do BCE, anunciadas em novembro passado.
“No seu novo cargo, Jorgensen vai ser responsável pela supervisão direta dos bancos com modelos de negócio especializados e pela supervisão de bancos menos significativos por bancos centrais nacionais”, explica o BCE em comunicado.
No BCE “desde o início da supervisão bancária europeia”, em 2014, Thomas Broeng Jorgensen é, neste momento, diretor-geral adjunto responsável pela supervisão direta de bancos sistémicos e internacionais, cargo que ocupa desde 2021, informa o banco central. Antes disso, foi diretor de divisão na mesma área durante vários anos e, quando começou, era diretor de divisão responsável pelas políticas de supervisão.
Antes de ingressar no BCE, Jorgensen teve cargos seniores no supervisor financeiro dinamarquês, bem como no Ministério da Economia e Assuntos Empresariais e no Ministério das Finanças.
O BCE recorda que a supervisão sobre a banca recai sobre três áreas gerais, “estruturadas de acordo com os modelos de negócio de bancos supervisionados”. São elas: Bancos Sistémicos e Internacionais, Instituições Universais e Diversificadas e Instituições Especializadas e Instituições Menos Significativas.
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