2 min leitura
Carteira digital em ascensão, mas aplicação do banco é serviço financeiro digital mais utilizado
Estudo da BCG mostra que portugueses que usam carteira digital são já 37%, mas aplicação do banco chega a 90% da população.
02 Dez 2025 - 15:31
2 min leitura
Foto: Pexels
Mais recentes
- African Bank of Oman diz que vai servir de ponte entre Angola e Médio Oriente
- Demite-se presidente do banco central venezuelano
- Agenda da semana: o que não pode perder na banca e sistema financeiro
- Vai hoje a votos projeto de lei do PCP que visa impedir prescrição de multas aplicadas à banca pela Concorrência
- Banqueiros portugueses mais bem pagos ganharam, em média, 1,6 milhões de euros em 2024
- Atas da última reunião do BCE apontam para manutenção dos juros em abril
Foto: Pexels
Um estudo da Boston Consulting Group (BCG) concluiu que os portugueses continuam a tornar-se mais digitais, em vários aspetos. Na área dos serviços financeiros digitais, o destaque vai para a crescente utilização da carteira digital, nota a consultora, que, revela, é usada por 37% dos inquiridos, mais 8 pontos percentuais (pp) do que no ano anterior.
Esta adesão à carteira digital surge como o maior aumento dentro da utilização de ferramentas digitais do setor. Olhando para a faixa etária dos 18 aos 34 anos, o uso da carteira digital sobe para 46%.
Contudo, o serviço financeiro mais utilizado continua a ser a aplicação do banco, reportada por 90% dos inquiridos, mais 2 pp do que em 2024. Já o MB Way é utilizado por 83% das pessoas, uma variação positiva de 1 pp face ao ano anterior. A decrescer surgem os sites dos bancos, utilizados por 77% dos inquiridos, o que fica 2 pp abaixo do período homólogo.
Paralelamente ao banco principal, as aplicações de instituições financeiras alternativas – como a Revolut ou a Wise – já alcançam mais de metade dos portugueses, com 58% a reportar a sua utilização.
Por outro lado, em relação à frequência do uso destas ferramentas, apenas 14% dos inquiridos revela uma utilização diária e 16% indica utiliza-las semanalmente. 15% reporta um uso mensal e 13% indica ter as aplicações instaladas, mas sem lhes dar uso.
“Os dados divulgados pela BCG confirmam que a tendência crescente de penetração dos canais bancários se mantém, em especial nos dispositivos móveis, sugerindo que o digital é o meio preferencial dos portugueses para a realização de pagamentos em detrimento da utilização de dinheiro”, realça a consultora. Este estudo destaca ainda o maior uso das redes sociais pelos portugueses. “Mas a transformação vai além: o comércio eletrónico e os serviços financeiros digitais consolidaram-se”, sublinha Clara Albuquerque, ‘managing director’ e ‘partner’ na BCG Lisboa.
Mais recentes
- African Bank of Oman diz que vai servir de ponte entre Angola e Médio Oriente
- Demite-se presidente do banco central venezuelano
- Agenda da semana: o que não pode perder na banca e sistema financeiro
- Vai hoje a votos projeto de lei do PCP que visa impedir prescrição de multas aplicadas à banca pela Concorrência
- Banqueiros portugueses mais bem pagos ganharam, em média, 1,6 milhões de euros em 2024
- Atas da última reunião do BCE apontam para manutenção dos juros em abril