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Conclusão da aquisição do Novo Banco resulta em subida de ‘rating’ de dois níveis pela Fitch
A Fitch destaca a integração do Novo Banco num grande grupo bancário com 'rating' superior como algo positivo para a estabilidade do banco.
30 Abr 2026 - 17:49
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
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Foto: Luís Alves Almeida | Jornal PT50
O Novo Banco acrescenta mais uma nota positiva ao seu dia – após ter apresentado o lucro trimestral e finalizado o processo de venda ao Groupe BPCE – ao anunciar que a Fitch subiu o seu ‘rating’ em dois níveis, passando tanto o ‘long-term issuer default rating’ (IDR) como o ‘rating’ da dívida sénior preferencial de BBB para A-.
A Fitch retirou ainda o ‘rating watch positive’ e atribuiu um ‘shareholder support rating’ (SSR) de A- ao Novo Banco. A perspetiva de ‘long-term issuer rating’ é estável, informa o banco em comunicado à CMVM.
Estas alterações surgem na sequência da conclusão do processo de venda do Novo Banco ao Groupe BPCE, explica a instituição, acrescentando que esta ação “reflete a perspetiva da agência de ‘rating’ de que o Novo Banco passa agora a beneficiar, se necessário, de uma probabilidade muito elevada de apoio acionista, que possui um ‘rating’ superior”.
De acordo com o banco liderado por Mark Bourke, a Fitch destaca que o ‘long-term’ IDR e o SSR do Novo Banco se situam num nível abaixo do novo acionista, “refletindo a importância estratégica” da instituição portuguesa para o grupo. A agência espera ainda que a integração gradual no grupo leve o Novo Banco a beneficiar do perfil de financiamento e da experiência de negócio do grupo, mantendo, ao mesmo tempo, a independência operacional a nível local.
“A agência antecipa ainda que o capital e a liquidez possam ser mobilizados dentro do grupo, sustentando assim a sua avaliação quanto ao potencial apoio institucional”, acrescenta.
Já o ‘viability rating’, esclarece o Novo Banco, mantém-se inalterado pois “a aquisição não tem um impacto imediato no perfil de crédito autónomo do banco”.
O Novo Banco reportou nesta quinta-feira um lucro trimestral de 200,7 milhões de euros, o que equivale a um aumento de 13,2%.
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