Subscrever Newsletter - Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Submeter

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade

2 min leitura

CEO da Revolut aponta entrada em bolsa para daqui a pelo menos dois anos

Nik Storonsky indicou que a empresa vai ponderar mais vendas secundárias de ações antes de um IPO. Última ronda de investimento colocou avaliação em 75 mil milhões de dólares.

20 Abr 2026 - 11:49

2 min leitura

Foto: Revolut

Foto: Revolut

O CEO da Revolut, Nik Storonsky, confirmou que pretende colocar a instituição financeira em bolsa, mas que este objetivo está a dois anos de distância, pelo menos. O líder do neobanco reiterou, em entrevista à Bloomberg, que, para um banco, é “super importante” ter confiança e as empresas listadas têm mais confiança do que as privadas.

A Bloomberg aponta que esta afirmação dissipa quaisquer suspeitas sobre uma possível Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla inglesa) neste ano, uma das mais antecipadas da Europa, nota a agência de notícias.

Storonsky adianta ainda que a empresa vai ponderar mais vendas secundárias de ações antes de um IPO. A Revolut tem realizado operações deste tipo a cada um ou dois anos. Estas rondas geram liquidez para os ‘early investors’ e colaboradores e permitem à Revolut manter-se privada mais tempo, tendo a empresa conseguido subir a sua avaliação sucessivamente em cada venda.

Recorde-se que, em novembro, a empresa levou a cabo uma ronda de investimento que colocou a avaliação da empresa em cerca de 75 mil milhões de dólares, acima dos 45 mil milhões registados um ano antes.

À conquista de licenças bancárias

O CEO da Revolut revelou ainda o objetivo oficial da ‘fintech’ para a obtenção de uma licença bancária nos EUA. Storonsky aponta para quatro meses, mas indica que este processo pode levar até um ano. A candidatura foi feita em março de 2026, o que significa que o banco digital quer luz verde até julho.

A ideia de obter uma licença surgiu em 2021 – sendo que o banco iniciou operações nos EUA em 2020 – mas o processo ficou parado para se concentrar na aprovação regulatória britânica, que alcançou apenas recentemente.

Storonsky entende que o contexto atual facilita o processo. “É obviamente muito mais fácil para nós com a nova administração, mais as licenças bancárias todas que já temos, bem como a licença britânica”, sublinhou, mostrando-se confiante no sucesso da demanda regulatória.

Subscrever Newsletter

Mantenha-se atualizado sobre tudo o que se passa no sistema financeiro.

Ao subscrever aceito a Política de Privacidade