2 min leitura
Comissão Europeia quer aumentar orçamento da AMLA em 2027 em 50%
Para 2027, a AMLA terá uma dotação orçamental de 55,6 milhões de euros. Aumento de custos deriva, sobretudo, de contratações previstas.
12 Jun 2026 - 07:23
2 min leitura
Bruna Szego, presidente da AMLA
Mais recentes
- DBRS sobe ‘rating’ de emissor de longo prazo da CGD para A (alta) com perspetiva estável
- IGCP realiza na próxima semana leilão de até 1,25 mil milhões
- Belga KBC Bank passa a integrar painel da Euribor
- Banco Montepio publica ‘framework’ de obrigações, verdes, sociais e de sustentabilidade
- Santander Portugal antecipa reembolso de 400 milhões em obrigações
- Barclays adquire plataforma financeira digital dirigida a crianças e adolescentes
Bruna Szego, presidente da AMLA
A recentemente criada Autoridade para a Luta contra o Branqueamento de Capitais e o Financiamento do Terrorismo (AMLA, na sigla inglesa) faz parte dos focos de investimento da Comissão Europeia para 2027 no campo da regulação e supervisão financeira. Esta nova autoridade supervisora, de acordo com a proposta de orçamento da comissão para 2027, vai ter um aumento de orçamento de 49,99% para 55,6 milhões de euros.
Em 2026, o orçamento atribuído foi de 37,1 milhões. O aumento de 18,5 milhões para 2027 – ano em que a agência vai entrar em funcionamento a 100% – está 1,6 milhões abaixo do previsto. A Comissão Europeia justifica que este ajuste se deve a financiamento disponível do país onde está sediada – no caso, Espanha.
O aumento do orçamento da AMLA é explicado, sobretudo, pelas contratações previstas para 2027. No total, esta entidade, segundo o orçamento, estima contratar 199 pessoas.
Entre elas, são esperadas 170 contratações para os quadros de pessoal, 27 agentes contratuais e ainda dois peritos nacionais destacados. O plano apresentado pela Comissão Europeia evidencia 323 postos de trabalho autorizados.
Recorde-se que a AMLA vai ter, a partir de 2028, supervisão direta sobre os 40 maiores bancos do espaço europeu. A instituição realizou, nesta terça-feira, a sua primeira conferência, onde contou com a comissária europeia dos Serviços Financeiros, Maria Luís Albuquerque, que defendeu a importância da existência de uma entidade supervisora neste campo.
Mais recentes
- DBRS sobe ‘rating’ de emissor de longo prazo da CGD para A (alta) com perspetiva estável
- IGCP realiza na próxima semana leilão de até 1,25 mil milhões
- Belga KBC Bank passa a integrar painel da Euribor
- Banco Montepio publica ‘framework’ de obrigações, verdes, sociais e de sustentabilidade
- Santander Portugal antecipa reembolso de 400 milhões em obrigações
- Barclays adquire plataforma financeira digital dirigida a crianças e adolescentes