2 min leitura
Crédit Agricole e UniCredit ponderam oferta conjunta pelo Banco BPM
O BPM pode vir a ser alvo de uma segunda OPA, protagonizada pelo seu maior acionista, o Crédit Agricole, e o UniCredit, que tentou recentemente adquirir o rival, mas sem sucesso.
25 Set 2026 - 12:47
2 min leitura
Foto wikipedia
Mais recentes
- SNQTB e sindicatos da banca da UGT vão ter reunião conjunta após fim de negociações
- Crédito à habitação continua a crescer ao ritmo mais elevado dos últimos 23 anos
- Pico das férias traz quebra nos depósitos: particulares tinham menos 2,6 mil milhões em agosto
- Agenda da semana: o que não pode perder na banca e sistema financeiro
- ASF e Ciência Viva querem expor jovens ao risco
- APS: “É preciso um seguro obrigatório de catástrofes”
Foto wikipedia
O Crédit Agricole e o UniCredit estão a considerar uma oferta conjunta pelo Banco BPM, com o objetivo de dividirem a empresa caso fossem bem-sucedidos. A informação é avançada pela Reuters, que cita duas fontes próximas do assunto.
De acordo com as mesmas fontes, a ideia surgiu no decorrer de conversas com as autoridades italianas e devido à consolidação em curso no setor bancário italiano.
Esta seria a segunda vez que o UniCredit tentava apoderar-se do rival doméstico, após a Oferta Pública de Aquisição (OPA) que caiu por terra no verão passado. Tentativa essa dificultada pelo próprio Crédit Agricole, o maior acionista do BPM, com uma participação de 29,3%.
Desde então, o CEO do UniCredit, Andrea Orcel, indicou que o banco ia ser um elemento observador nesta onda de consolidação da banca no país. Uma pessoa questionada sobre o assunto pela Reuters aponta que esta posição não mudou.
O segundo maior banco de Itália tem estado ocupado com o processo de aquisição do alemão Commerzbank, após uma OPA que assegurou uma participação de cerca de 48%. No entanto, a mesma fonte explica que o UniCredit pode ter interesse em adquirir balcões postos à venda devido a processos de fusão de outras entidades.
Recorde-se que já existe uma OPA sobre o BPM de momento, por parte do Monte dei Paschi di Siena (MPS), que, por sua vez, tenta escapar a uma oferta hostil do Intesa Sanpaolo. A proposta do MPS não foi bem recebida pelo Crédit Agricole, que já tinha levado ao fim das negociações com o BPM sobre uma fusão amigável.
A possível tentativa de aquisição conjunta iria resultar na separação do BPM, com o Crédit Agricole a ficar com cerca de um terço da empresa, revelou uma das fontes à Reuters. Os três bancos recusaram comentar o caso.
A notícia sobre a possível oferta foi avançada em primeiro lugar pela imprensa italiana.
Mais recentes
- SNQTB e sindicatos da banca da UGT vão ter reunião conjunta após fim de negociações
- Crédit Agricole e UniCredit ponderam oferta conjunta pelo Banco BPM
- Crédito à habitação continua a crescer ao ritmo mais elevado dos últimos 23 anos
- Pico das férias traz quebra nos depósitos: particulares tinham menos 2,6 mil milhões em agosto
- Agenda da semana: o que não pode perder na banca e sistema financeiro
- ASF e Ciência Viva querem expor jovens ao risco