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Demite-se presidente do banco central venezuelano

Laura Guerra ocupava o cargo desde abril do ano passado e vai agora "prosseguir com outras atividades no âmbito do Governo", referiu Delcy Rodríguez.

17 Abr 2026 - 09:53

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Foto: Venezuela

Foto: Venezuela

A presidente do Banco Central da Venezuela (BCV), Laura Guerra, demitiu-se do cargo, anunciou na quinta-feira a presidente interina venezuelana, Delcy Rodríguez, indicando que o cargo vai ser ocupado pelo até agora vice-presidente, Luis Pérez.A nomeação ocorre dois dias depois de os Estados Unidos terem levantado as sanções impostas ao sistema bancário público do país sul-americano, incluindo o organismo emissor.

“Recebi uma comunicação da Dra. Laura Guerra, que apresentou a demissão do Banco Central da Venezuela”, anunciou Delcy Rodríguez numa reunião com autoridades económicas, transmitida pelo canal estatal de televisão Venezolana de Televisión (VTV).

Laura Guerra – tia do filho do presidente deposto Nicolás Maduro – ocupava o cargo desde abril do ano passado e vai agora “prosseguir com outras atividades no âmbito do Governo”, referiu Rodríguez, que, na quarta-feira, completou cem dias como presidente interina, cargo que assumiu após a captura de Maduro, em 3 de janeiro, em Caracas, por forças norte-americanas.

Na terça-feira, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou o levantamento das sanções impostas ao sistema bancário público venezuelano, o que inclui também o Banco da Venezuela, o Banco Digital dos Trabalhadores, o Banco do Tesouro e qualquer entidade em que alguma destas instituições tenha participação direta ou indireta de 50% ou mais.

O Gabinete de Controlo de Ativos do Tesouro (OFAC) emitiu, por sua vez, uma licença que permite “transações comerciais” com o Governo venezuelano, com autorização prévia de Washington. Sem estas restrições, as principais instituições bancárias venezuelanas podem voltar a entrar no sistema financeiro norte-americano e operar legalmente com o dólar.

Ainda esta quinta-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Grupo do Banco Mundial (BM) anunciaram o restabelecimento das relações com o Governo da Venezuela.

 

Agência Lusa

Editado por Jornal PT50

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