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‘Fintech’ PPRO lança Local Payments Council for Agentic Commerce com operadores de pagamentos europeus
À PPRO juntam-se a BLIK, EPI, Bancomat e DIAS.
22 Out 2026 - 14:38
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Foto PPRO
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A PPRO, ‘fintech’ de pagamentos sediada em Londres, anunciou, nesta quinta-feira, o lançamento do Local Payments Council for Agentic Commerce, em conjunto com várias empresas de pagamentos europeias. São elas a polaca BLIK, a EPI, empresa que tem o Wero, que opera na Europa Central, a italiana Bancomat e a grega DIAS.
Várias destas empresas já fazem parte de outros acordos para ligarem os seus sistemas de pagamentos entre pares ou até em comerciantes europeus, incluindo com o português MB Way.
“A nova iniciativa do setor reúne a comunidade local de pagamentos com o objetivo de alinhar o ecossistema do comércio mediado, em rápido desenvolvimento, com as preferências de pagamento dos consumidores nos mercados globais”, esclarece a PPRO em comunicado. Este conselho reúne vários sistemas “relevantes para definir as normas técnicas que determinam a forma como os métodos de pagamento locais se integram nos protocolos agênticos”, acrescenta.
A empresa elenca cinco áreas principais em que pretende atuar: autorização fora da banda e transferência de sessão; identidade e certificação do agente para canais de pagamento sem cartão; consentimento, mandatos e autoridade delegada; e detetabilidade e elegibilidade da superfície do agente.
Este conselho considera que “o comércio agêntico está a passar rapidamente de conceito à realidade e a infraestrutura de pagamentos que o sustenta ainda se encontra em desenvolvimento”. Ainda que as redes globais de cartões tenham introduzido estruturas concebidas para permitir transações fiáveis conduzidas por agentes, “subsistem dúvidas sobre como funcionarão as opções de pagamento lovais preferidas quando foram os agentes de IA, e não os consumidores humanos, a efetuar as compras”, aponta.
Esta organização – que adianta estar ainda a atrair mais membros – recorda que os compradores encaminhados por IA apresentam uma taxa de conversão quase 50% superior e encomendas com valores médios 14% superiores aos dos compradores provenientes de pesquisas orgânicas, pelo que “o conselho pretende garantir que os métodos de pagamento locais estejam preparados para funcionar com plataformas de IA, à medida que o comércio se orienta cadavez mais para experiências impulsionadas pela IA”.
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