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Gonçalo Regalado critica aperto das regras macroprudenciais e promete garantia pública do BPF na habitação

“Se encontrarem um jovem que não queira ou não recomende a garantia pública para a habitação, digam. Foi assim que conseguiram a primeira casa”, desafiou o CEO do BPF.

25 Jun 2026 - 11:52

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CEO do BPF, Gonçalo Regalado | Foto: BPF

CEO do BPF, Gonçalo Regalado | Foto: BPF

O CEO do Banco Português de Fomento, Gonçalo Regalado, criticou nesta quinta-feira as restrições ao crédito à habitação anunciadas pelo Banco de Portugal e as críticas à garantia pública para os jovens que têm surgido de várias entidades.

“Não vale a pena continuar nos cantos de sereia das autoridades nacionais e internacionais sobre os tempos da troika”, apontou, referindo-se aos alertas sobre a altura de maior fragilidade da banca e de rácios de malparado mais elevados. “Se encontrarem um jovem que não queira ou não recomende a garantia pública para a habitação, digam. Foi assim que conseguiram a primeira casa”, desafiou.

O líder do BPF deixou uma promessa, enquanto falava na Convenção Anual do Doutor Finanças, de que o banco vai “ajudar as famílias a ter prestações mais leves”. “A garantia pública estará cá. Não pode haver famílias sem acesso ao mercado de crédito”, reitera.

Gonçalo Regalado assegurou que a instituição, “se precisar de fazer crédito complementar à habitação, vai fazê-lo. Se o mercado precisar [das garantias públicas], vamos dá-las”. “Não vamos deixar que as famílias portuguesas que podem, querem e precisam de ter habitação própria e permanente deixem de a ter”, garantiu.

“Nós vamos entrar nas garantias e no crédito às famílias”, afirma e acrescenta ainda: “Não falharemos às famílias, garanto”. Perante as possíveis dificuldades de acesso aos empréstimos à habitação, Regalado é firme: “O Estado não fica calado”. Aponta ainda para setembro ou outubro novidades sobre este tópico.

O líder do BPF argumenta que o salário das pessoas entre o início do crédito à habitação e o final cresce 40%, minimizando, portanto, os riscos associados. Ainda sobre os receios de malparado e os avisos sobre o risco da garantia pública, Gonçalo Regalado recorda que não há uma única casa penhorada pelos bancos até hoje.

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