2 min leitura
Klarna aponta entrada na bolsa de Nova Iorque para o outono
O CFO diz que a intenção de ser cotada permanece forte. A empresa obteve uma licença no Reino Unido, que dará acesso a 'cashback', reforçando o papel como banco digital.
04 Ago 2025 - 11:06
2 min leitura
Foto: Klarna
Mais recentes
- Nickel Portugal quer atingir 1200 pontos de venda a médio prazo e chegar onde os bancos já não chegam
- CEO da Nickel defende reforço da formação dos professores e dos conteúdos pedagógicos sobre literacia financeira
- Andreia Teixeira passa a administradora executiva do ActivoBank
- Crédito Agrícola é parceiro do primeiro encontro profissional dedicado à agricultura regenerativa
- Fundação Santander Portugal abre candidaturas ao Prémio Inovação Social para projetos de educação
- Álvaro Santos Pereira mostra preocupação com resultados do PISA
Foto: Klarna
A Klarna, ‘fintech’ sueca na área de buy now pay later (BNPL), está de volta à carga na sua missão de entrada em bolsa, que ficou em pausa devido à turbulência no mercado causada pelas tarifas Trump. Caso as condições do mercado sejam favoráveis, a empresa pretende lançar a Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla em inglês) no outono – mais precisamente, em setembro ou outubro.
A notícia foi avançada pela Sky News, que indica ter tido acesso a um memorando enviado aos investidores em julho. O CFO da Klarna, Niclas Neglen, reforça, nesse mesmo memorando, que “o ímpeto continua a aumentar e a nossa intenção de ser cotada mantém-se firme”. O diretor financeiro acrescenta ainda que a empresa está a analisar de perto as condições do mercado e vai agir quando o ‘timing’ for certo. Os acionistas, esclarece, devem ser notificados com 48 horas de antecedência se um IPO avançar.
A empresa não quis comentar sobre um possível momento de entrada em bolsa, segundo a Sky News.
Na semana passada, a Klarna obteve uma licença de ‘eletronic money institution’ no Reino Unido. Com isto, os clientes britânicos vão ter, em breve, acesso a ‘cashback’. Este avanço está em linha com a mensagem que a empresa tem passado de que é um banco digital e não apenas uma empresa dedicada ao BNPL. Quanto a isto, fonte oficial da Klarna reiterou apenas que não existe um “reposicionamento” da empresa enquanto banco digital dado que, desde 2017, já tem uma licença bancária sueca.
Mais recentes
- Nickel Portugal quer atingir 1200 pontos de venda a médio prazo e chegar onde os bancos já não chegam
- CEO da Nickel defende reforço da formação dos professores e dos conteúdos pedagógicos sobre literacia financeira
- Andreia Teixeira passa a administradora executiva do ActivoBank
- Crédito Agrícola é parceiro do primeiro encontro profissional dedicado à agricultura regenerativa
- Fundação Santander Portugal abre candidaturas ao Prémio Inovação Social para projetos de educação
- Álvaro Santos Pereira mostra preocupação com resultados do PISA