2 min leitura
Lagarde alerta para excesso de otimismo e fala em “verdadeiro choque”
A presidente do BCE alerta para que a reconstrução das infraestruturas energéticas pode levar vários anos.
27 Mar 2026 - 10:16
2 min leitura
Christine Lagarde, presidente do BCE em Davos: "a Europa precisa de unidade mais do que nunca!"/Foto: Fórum Económico Mundial
Mais recentes
- Bankinter integra sociedade gestora com a Plenium e compra participação na Access Capital Partners
- Banco Central do Brasil liquida extrajudicialmente uma ‘fintech’ por irregularidades
- CaixaBank mantém objetivos para 2025 – 27 apesar de incerteza
- Seguradoras pagam 260 milhões de um total de mil milhões de prejuízos cobertos
- Irão: Presidente do Eurogrupo defende que UE deve estar “alerta e pronta para responder”
- Ana Botín: “A nossa presença equilibrada em diferentes países e negócios mitiga de forma significativa o risco”
Christine Lagarde, presidente do BCE em Davos: "a Europa precisa de unidade mais do que nunca!"/Foto: Fórum Económico Mundial
A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, defendeu nesta quinta-feira a possibilidade de existir um excessivo otimismo face à reação dos mercados à guerra no Médio Oriente e falou num “verdadeiro choque” em matéria de energia. “Estamos perante um verdadeiro choque – que provavelmente vai além do que podemos imaginar neste momento”, afirmou Lagarde, referindo-se à destruição da infraestrutura energética.
Já no que se refere à reação dos mercados financeiros, a presidente do BCE reconheceu, em entrevista ao The Economist, a possibilidade de existir um otimismo excessivo e acrescentou que a recuperação dos estragos causados pela guerra pode levar vários anos.
“Nesta crise estamos a aprender, quase dia após dia, quais serão as consequências reais, quais os países mais afetados e quais as ‘commodities’ que terão maior procura”, sublinhou.
Os Estados Unidos e Israel lançaram em 28 de fevereiro um ataque militar ao Irão, que justificaram com a inflexibilidade da República Islâmica nas negociações para pôr fim ao enriquecimento de urânio no âmbito do programa nuclear, que Teerão afirmou destinar-se apenas a fins civis.
O Irão respondeu à ofensiva com ataques contra alvos israelitas, bases norte-americanas e infraestruturas civis e energéticas em países da região, além de ter bloqueado o estreito de Ormuz, via marítima fundamental para escoar o petróleo e o gás natural produzidos na região.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Bankinter integra sociedade gestora com a Plenium e compra participação na Access Capital Partners
- Banco Central do Brasil liquida extrajudicialmente uma ‘fintech’ por irregularidades
- CaixaBank mantém objetivos para 2025 – 27 apesar de incerteza
- Seguradoras pagam 260 milhões de um total de mil milhões de prejuízos cobertos
- Irão: Presidente do Eurogrupo defende que UE deve estar “alerta e pronta para responder”
- Ana Botín: “A nossa presença equilibrada em diferentes países e negócios mitiga de forma significativa o risco”