2 min leitura
Lucro do Bank of America cresce 16,6% para 7,28 mil milhões
As receitas do Bank of America ascenderam a 25,67 mil milhões de euros, mais 7,2% do que no ano anterior. A margem financeira cresceu para 13,35 mil milhões.
15 Abr 2026 - 14:20
2 min leitura
Foto: Bank of America
Mais recentes
- Governo da Grécia propõe recondução de governador do banco central para terceiro mandato
- Criada a rede de bancos centrais dos países de língua portuguesa
- Comissária defende “finanças abertas” como condição fundamental para maximizar os efeitos da IA
-
João Capucho, Managing Diretor do Habic, defende: “A ligação direta à banca em tempo real reduz o tempo entre lead e proposta”.ParceiroPT50 Brand
- Trump faz nova investida contra Powell
- Morgan Stanley vê lucro disparar 29% no primeiro trimestre
Foto: Bank of America
O Bank of America registou um lucro de 7,28 mil milhões de euros, no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 16,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo informou a instituição nesta quarta-feira, em comunicado, as receitas ascenderam a 25,67 mil milhões de euros, mais 7,2% do que no ano anterior.
Este aumento deve-se, segundo o banco, às maiores receitas líquidas de juros, vendas e operações, bem como ao aumento das comissões de gestão de ativos e de banca de investimento. A margem financeira atingiu 13,35 mil milhões, uma subida de 9% face ao trimestre homólogo. Já as receitas não relacionadas com juros fixaram-se em 12,38 mil milhões, mais 5,2% do que no período homólogo.
Ao mesmo tempo, os custos operacionais do Bank of America cresceram 4,3% para 15,71 mil milhões. O rácio de eficiência do banco foi de 61%, tendo melhorado em 170 pontos base, segundo revela.
O Bank of America teve um ROE de 12%, acima dos 10,4% registados um ano antes. Por outro lado, o rácio CET1 apresentou uma deterioração de 0,6 pontos percentuais, caindo para 11,2%.
No comunicado, o CEO, Brian Moynihan, destacou o forte impulso que representa para a instituição o aumento do lucro por ação, que cresceu 25% em termos homólogos. O dirigente acrescenta que continuam a acompanhar de perto “a evolução dos riscos”, embora tenham constatado que o consumo das famílias se mantém sólido e que a situação geral da economia norte-americana é “resiliente”.
LAA com Lusa
Mais recentes
- Governo da Grécia propõe recondução de governador do banco central para terceiro mandato
- Criada a rede de bancos centrais dos países de língua portuguesa
- Comissária defende “finanças abertas” como condição fundamental para maximizar os efeitos da IA
-
João Capucho, Managing Diretor do Habic, defende: “A ligação direta à banca em tempo real reduz o tempo entre lead e proposta”.ParceiroPT50 Brand
- Trump faz nova investida contra Powell
- Morgan Stanley vê lucro disparar 29% no primeiro trimestre