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Miguel Maya na liderança do Millennium bcp até 2029
A Assembleia Geral aprovou a recondução de Miguel Maya como CEO e de Nuno Amado como chairman do banco, bem como de Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.
08 Mai 2026 - 11:50
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Miguel Maya CEO Banco Millennium BCP | Foto: Banco Millennium BCP
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Miguel Maya CEO Banco Millennium BCP | Foto: Banco Millennium BCP
A Assembleia Geral Anual de Acionistas do maior banco privado em Portugal, realizada ontem nas instalações do banco, em Oeiras (Taguspark), e por meios telemáticos, contou com a participação de detentores de 68,53% do capital social, segundo comunicado divulgado pela instituição.
Entre os 13 pontos aprovados pelos acionistas e constantes da nota enviada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), destaca-se o ponto nove da reunião magna, no qual os principais acionistas do BCP — o grupo chinês Fosun e a petrolífera angolana Sonangol — propunham a recondução de Nuno Amado como presidente do Conselho de Administração (chairman não executivo) e de Miguel Maya como vice-presidente e presidente executivo (CEO).
As alterações incluem ainda Jorge Magalhães Correia e Valter Rui Dias de Barros como vice-presidentes do Conselho de Administração.
A proposta aprovada incluía também, como vogais da administração, António Pinto Júnior, Carla Bambulo, Fernando da Costa Lima, Isabel Maria Capeloa Gil, João Nuno Palma, José Pedro Malaquias, Luís Miguel Santos, Maria João Almeida, Maria Madalena Tomé, Maria José Campos, Miguel Bragança, Patrícia Couto Viana e Vincent Li.
Cidália Maria Mota Lopes foi igualmente substituída na presidência da comissão de auditoria por Patrícia Couto Viana.
Os acionistas aprovaram ainda a distribuição de 509,28 milhões de euros em dividendos, correspondente a um valor unitário de 0,0344 euros por ação.
Foi também validada a redução do capital social em 240 milhões de euros, através da extinção de ações próprias adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações. Em simultâneo, foi aprovada a proposta para aumentar o capital social para 3.000 milhões de euros, numa tentativa de simplificar a estrutura do balanço.
O BCP tem como principais acionistas o grupo chinês Fosun, com 20,03% do capital, e a petrolífera Sonangol, com 19,49%.
O banco apresentou, na quarta-feira, lucros de 305,8 milhões de euros no primeiro trimestre, mais 25,6% do que no mesmo período de 2025.
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