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Neobanco britânico Allica Bank quer entrar no mercado sueco
O Allica Bank candidatou-se a uma licença bancária sueca e já conta com equipa executiva contratada no país.
31 Ago 2026 - 15:31
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Foto: Allica Bank
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Foto: Allica Bank
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O Allica Bank, um neobanco britânico para empresas, anunciou nesta segunda-feira que submeteu um pedido de licença bancária junto do supervisor financeiro da Suécia. Esta é a primeira expansão da empresa para fora do Reino Unido.
De acordo com a informação avançada pela ‘fintech’, em comunicado, esta já estabeleceu uma entidade legal na Suécia para as suas operações e contratou uma equipa executiva para desenvolver o negócio local. “Isto inclui uma combinação de experiência nos setores bancário e tecnológico, nomeadamente Rickard Westlund, que irá liderar a equipa da Allica na Suécia, Javier Ubillos (CTO), Victor Ramstrom (diretor de Produto e Operações) e Samuel Tawadros (CFO)”, esclarece.
A empresa acrescenta ainda que se encontra em fase de recrutamento para vários outros cargos nas áreas de produto, tecnologia e operações.
O Allica Bank realça ainda que a obtenção de uma licença bancária sueca permite à empresa, no futuro, operar nos restantes mercados da União Europeia. O banco explica que a escolha da Suécia como primeira geografia de expansão se deve ao seu “mercado de crédito empresarial significativo e bem estabelecido, à concentração de quota de mercado nos bancos incumbentes, à economia altamente digital e a um regulador respeitado”.
Paralelamente, a empresa acredita que os negócios suecos enfrentam problemas semelhantes aos britânicos.
O banco, que aguarda agora pelas aprovações regulatórias, conta com uma licença bancária no Reino Unido desde 2019 e opera com foco em empresas sólidas e já estabelecidas que tenham entre 5 e 250 colaboradores. O Allica Bank destaca ainda que as empresas deste tipo geram cerca de um terço do PIB do Reino Unido, “mas, historicamente, têm sido mal servidas pelos bancos tradicionais e pelos novos operadores digitais”, critica.
Este avanço surge cerca de meio ano após a ‘fintech’ ter finalizado uma ronda de investimento de série D, que resultou numa injeção de capital de 133,1 milhões e colocou o valor da empresa acima de mil milhões de euros. O neobanco tinha referido então que o dinheiro seria usado precisamente para financiar a expansão do banco.
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