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Nova SBE ascende ao 2.º lugar no ‘ranking’ de mestrados em Gestão do Financial Times

No total, cinco universidades portuguesas figuram no 'ranking', tendo todas melhorado a sua posição face ao ano anterior.

07 Set 2026 - 00:01

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Foto: Nova SBE

Foto: Nova SBE

O novo ‘ranking’ de mestrados em Gestão do Financial Times traz boas novas para as universidades portuguesas em geral e um destaque particular para a Nova School of Business and Economics (SBE), que ascendeu ao segundo lugar do pódio. Trata-se de uma subida de dois lugares face ao ano anterior e de seis em relação a 2024.

A instituição portuguesa foi superada apenas pela University of St Gallen, da Suíça. Já as francesas Insead e HEC Paris deixaram o terceiro e segundo lugar, respetivamente, para ficar em quarto e quinto, sendo igualmente superadas pela chinesa Shangai Jiao Tong University: Antai, que alcançou o terceiro posto.

Descendo à 25.ª posição, encontramos a segunda instituição portuguesa, a Católica Lisbon School of Business and Economics, que subiu cinco lugares em relação a 2025. Já o ISEG – Lisbon School of Economics and Management estreia-se nesta lista na 59.ª posição.

Por sua vez, o ISCTE Business School surge em 62.º, subindo 25 posições face a 2025. Quatro lugares abaixo, em 66.º, aparece a última universidade portuguesa presente na lista, a Católica Porto Business School (PBS), que sobe 29 lugares em relação ao ano passado.

A lista do Financial Times divide ainda as instituições de ensino superior em escalões. O primeiro abarca as primeiras oito classificadas, onde se enquadra a Nova SBE. Dentro do segundo escalão, que vai da 9.ª à 40.ª posição, está a Católica Lisbon SBE.

Já o terceiro escalão, que engloba as instituições que ficaram entre a 41.ª e a 91.ª posição, tem as restantes três universidades nacionais: o ISEG, o ISCTE Business School e a Católica PBS. O último patamar vai do 92.º lugar ao 100.º.

Salários, retorno sobre investimento e satisfação

O ‘ranking’ tem vários critérios, que vão desde a empregabilidade à diversidade presente na instituição de ensino, tanto no corpo docente como no discente.

Entre as universidades portuguesas, a maior discrepância dá-se ao nível do salário entre os antigos estudantes. A Nova SBE lidera neste campo, com um salário anual de 129 487 euros e o único entre nos seis dígitos entre as instituições nacionais.

A Católica Lisbon SBE surge em segundo com 85 291 euros, seguindo-se o ISCTE com 52 514 euros. A Católica PBS reporta um salário de 48 039 euros e o ISEG de 47 733 euros.

O retorno sobre o dinheiro investido na formação é outro dos critérios e aqui quem lidera é a Católica PBS, que fica em 28.º lugar do ‘ranking’ no valor sobre o dinheiro investido. A Nova SBE aparece logo a seguir em 29.º e o ISEG em 31.º. O ISCTE e a Católica Lisbon SBE surgem mais abaixo em 37.º e 41.º, respetivamente.

Já a satisfação dos alunos segue precisamente a ordem em que as instituições estão elencadas. A Nova SBE atinge uma pontuação de 9,53, com a Católica Lisbon SBE por perto nos 9,37. O ISEG, ISCTE e a Católica PBS reportam uma satisfação de 8,88, 8,61 e 8,37, respetivamente.

No campo da diversidade, as diferenças não são de grande amplitude. O peso do género feminino entre o corpo docente vai de 40% na Nova SBE e ISEG até aos 51% no ISCTE. A Católica Lisbon SBE fixa-se em 41% e a Católica PBS nos 46%.

Entre o corpo estudantil, o género feminino tem mais representação. Na Nova SBE, as mulheres são 58% dos estudantes. Também na Católica Lisbon SBE e no ISEG são mais de metade, com 53% e 51%, respetivamente. Na Católica PBS ascendem a 49% e no ISCTE são 45%.

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