2 min leitura
Rentabilidade da banca portuguesa diminuiu ligeiramente no último trimestre de 2025
A rentabilidade dos bancos portugueses foi afetada pela contração da margem financeira. O Banco de Portugal considera que a banca portuguesa continua com "robustez" e "resiliência".
26 Mar 2026 - 13:48
2 min leitura
Foto: Banco de Portugal
Mais recentes
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha
Foto: Banco de Portugal
A rentabilidade do setor bancário português diminuiu ligeiramente no último trimestre de 2025, devido aos menores juros recebidos pelos bancos nos empréstimos, segundo a síntese do sistema bancário divulgada pelo Banco de Portugal (BdP) nesta quinta-feira. De acordo com os dados do regulador e supervisor bancário, nos últimos três meses de 2025, o sistema bancário português continuou a mostrar “robustez” e “resiliência”.
Quanto à rentabilidade, essa teve uma ligeira queda, o que o BdP atribui à redução da margem financeira, pelos menores juros recebidos nos empréstimos a famílias e empresas. Contudo, a queda foi moderada pela também redução de juros pagos pelos bancos nos depósitos.
O rácio de rendibilidade do capital próprio diminuiu para 14,52%, quando, no final de 2024, era 15,1%. Já rácio de rendibilidade do ativo passou para 1,32%, abaixo dos 1,37% registados no final de 2024.
Ainda no último trimestre de 2025, os ativos totais do sistema bancário aumentaram 1,7% devido ao crescimento dos empréstimos, sobretudo crédito à habitação. A qualidade dos ativos “manteve-se sólida”, segundo o BdP, com o rácio de crédito problemático a cair para 2,1% (2,4% em fim de 2024) e o crédito em risco (classificados como ‘stage 2’) a ceder para 8% (9,7% em fim de 2024).
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- Bruxelas prepara alterações às regras de remuneração dos banqueiros
- Capitalização de mercado dos três bancos angolanos em bolsa atingiu 3,7 mil milhões este ano
- Governo angolano defende que garantir confiança de bancos correspondentes é teste para o setor
- Advogado de lesados diz que muitos credores do BES podem não ser compensados devido a atrasos na Justiça
- Intervenções nacionais impedem os bancos de ganhar escala
- Santander oferece até 95% da pensão em novo plano de pré-reformas em Espanha