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Revolut consegue licença bancária colombiana e quer repetir feito na Suíça
Na Colômbia, a Revolut já conta com cerca de 200 mil pessoas em lista de espera, enquanto na Suíça já chega a 1,3 milhões de clientes.
16 Set 2026 - 10:47
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A Revolut anunciou, nesta terça-feira, que conseguiu a aprovação final do regulador financeiro da Colômbia, passando a poder operar como um banco neste país da América Latina. Menos de 24 horas depois, o neobanco revela que se candidatou a uma licença bancária suíça, pretendendo reforçar os seus serviços nesta geografia.
Em relação à Colômbia, esta é a sexta licença do banco digital britânico, que já conta com cerca de 200 mil pessoas em lista de espera no país. A Revolut acredita que este é um “passo importante na transformação do setor financeiro colombiano” e adianta, em comunicado, que vai lançar brevemente “uma oferta abrangente de produtos financeiros”.
O CEO da Revolut Colômbia, Diego Caicedo, acredita que, com este avanço, a empresa vai “ligar a Colômbia à economia global, simplificando os pagamentos e o acesso a produtos financeiros de classe mundial num único lugar”.
Revolut vai investir perto de 159 milhões na Suíça
A empresa quer agora dar mais um passo na expansão regulatória com a obtenção de uma licença bancária na Suíça, tendo já submetido pedido ao regulador financeiro, que o está a analisar. A Revolut adianta que já conta com 1,3 milhões de clientes no país.
“Caso a licença seja concedida, representará o passo lógico seguinte na expansão da oferta da Revolut para os clientes suíços e no reforço a longo prazo da sua presença local”, considera. Com a luz verde do regulador, explica, pode lançar “as bases para um produto bancário completo que combina a força tecnológica da Revolut com os elevados padrões regulatórios da Suíça”.
O neobanco revela ainda que pretende investir perto de 159 milhões de euros no país ao longo dos próximos cinco anos. “O investimento apoiará nomeadamente o desenvolvimento de novos produtos e a criação de empregos locais”, sublinha.
À medida que trabalha no sentido de construir uma entidade bancária independente na Suíça, o banco digital assegura que irá nomear a administração e a equipa sénior. Estas nomeações, acredita, “reforçarão ainda mais a construção de uma estrutura bancária independente e ancorada localmente”.
A migração dos clientes, caso exista aprovação, será feita “através de um processo simples, concebido para tornar a transição fluida para os clientes, cumprindo simultaneamente os requisitos regulatórios suíços”.
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