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Revolut Ventures chega em 2027 e abre portas ao investimento em empresas tecnológicas não cotadas

Com a Revolut Ventures, os clientes da Revolut que forem elegíveis vão poder investir em tecnológicas em "forte crescimento". A iniciativa surge em parceria com o Carne Group.

26 Out 2026 - 11:47

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Foto Revolut

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Foto Revolut

A Revolut anunciou, nesta segunda-feira, que vai lançar, em 2027, a plataforma Revolut Ventures. Esta nova funcionalidade vai ser integrada na aplicação da Revolut, informa, e vai ser a porta de entrada para o investimento em empresas tecnológicas que não estão cotadas em bolsa.

Segundo explica a ‘fintech’ britânica em comunicado, a Revolut Ventures foi constituída em parceria com o Carne Group, uma sociedade gestora independente. Esta última está encarregada de gerir os fundos de investimento alternativos, enquanto a Alter Domus serve de administradora do fundo e o BNY é a entidade custodiante e depositária.

O objetivo passa por “derrubar uma das últimas barreiras na gestão de património”, conforme esclarece o diretor de Wealth e Trading da Revolut para o EEE, Rolandas Juteika. “A Revolut Ventures foi concebida para criar uma ponte entre clientes elegíveis e empresas tecnológicas privadas em forte crescimento”, revela a empresa.

Questionada pelo Jornal PT50 sobre quais são os clientes elegíveis, fonte oficial da Revolut indica que “os critérios exatos serão confirmados oportunamente”. Contudo, adianta que “para investir será necessário passar em dois testes rigorosos de elegibilidade na aplicação, que avaliam a tolerância ao risco, os conhecimentos e a capacidade de suportar perdas. Os clientes que não cumprirem estes critérios de adequação não poderão visualizar nem executar transações”.

A Revolut considera que esta novidade se trata de uma “evolução natural, após a disponibilização de Mercados Privados em julho de 2026 em determinadas jurisdições do EEE”. O neobanco sublinha, no entanto, que “embora estas oportunidades ofereçam potencial de valorização, são consideravelmente mais ilíquidas do que os títulos transacionados publicamente e acarretam um risco substancial de perda de capital”.

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