2 min leitura
Ronda de avaliações ao ‘rating’ de Portugal arranca com DBRS a 16 de janeiro
A seguir à DBRS seguem-se a S&P, a Fitch, a SCOPE e, por fim, a Moody's na atribuição de 'rating' a Portugal.
05 Jan 2026 - 11:15
2 min leitura
Foto: Freepik
Mais recentes
- S&P diz que exposição de bancos europeus a instituições financeiras não bancárias “está controlada”
- Crédito Agrícola lança campanha para apoio ao investimento das PME
- Euribor a 12 meses supera os 3,3%
- Euronext aberta a fusão ou outra aliança com rival Deutsche Börse
- Revolut revela dados de clientes após contacto falso de fonte governamental
- Governos europeus sentam-se à mesa para decidir cúpula do BCE até dezembro
Foto: Freepik
As avaliações à dívida soberana portuguesa em 2026 arrancam já este mês, com a DBRS a 16 de janeiro, enquanto a Moody’s é a última agência de ‘rating’ a pronunciar-se.
A DBRS, que atualmente tem uma avaliação de ’A’ (elevado) com perspetiva estável, seguida pela S&P, cuja notação é de ‘A+’ com a perspetiva estável, a 27 de fevereiro, e a Fitch (‘A’ com ‘outlook’ estável) a 6 de março. Já a alemã Scope, que avalia Portugal em ‘A’ com perspetiva positiva, tem uma decisão calendarizada para dia 3 de abril e a DBRS prevê uma segunda revisão a 15 de maio.
A Moody’s é a última nesta ronda, pronunciando-se pela primeira vez sobre a dívida soberana portuguesa a 22 de maio, sendo que atualmente atribui a Portugal uma classificação de ‘A3’, com perspetiva estável.
A S&P tem uma segunda avaliação prevista para 28 de agosto, a Fitch para 4 de setembro e a Scope para 2 de outubro. A DBRS este ano tem três revisões agendadas, sendo a terceira a 13 de novembro. A última avaliação do ano será da Moody’s a 20 de novembro.
Estes calendários são apenas indicativos, sendo que as agências poderão também decidir não se pronunciar.
O ‘rating’ é uma avaliação atribuída pelas agências de notação financeira, com grande impacto para o financiamento dos países e das empresas, uma vez que avalia o risco de crédito.
O Governo prevê atingir este ano, segundo as projeções inscritas no Orçamento do Estado para 2026, um excedente orçamental de 0,1% do Produto Interno Bruto (PIB) e um rácio da dívida pública de 87,8% do PIB. O executivo projeta ainda um crescimento económico de 2,3% este ano.
Agência Lusa
Editado por Jornal PT50
Mais recentes
- S&P diz que exposição de bancos europeus a instituições financeiras não bancárias “está controlada”
- Crédito Agrícola lança campanha para apoio ao investimento das PME
- Euribor a 12 meses supera os 3,3%
- Euronext aberta a fusão ou outra aliança com rival Deutsche Börse
- Revolut revela dados de clientes após contacto falso de fonte governamental
- Governos europeus sentam-se à mesa para decidir cúpula do BCE até dezembro