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Santander lança programa de obrigações cobertas no valor de 15 mil milhões
A validade do prospeto de base publicado pelo Santander é de 12 meses. As obrigações serão emitidas sob a forma nominativa e serão representadas sob a forma escritural, tendo como prazo máximo 50 anos.
21 Mai 2026 - 16:00
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Santander | Foto: Rigby/JornalPT50
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Santander | Foto: Rigby/JornalPT50
O banco Santander publicou hoje o prospeto de base para admissão à negociação de obrigações cobertas, ao abrigo de um programa de emissão no valor de até 15 mil milhões de euros. Nos termos do prospeto, enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), “o montante nominal agregado máximo de todas as obrigações garantidas em circulação em cada momento ao abrigo do Programa não excederá 15.000.000.000 euros (ou o seu equivalente noutras moedas […]), sem prejuízo de aumentos conforme descrito no presente documento”.
A validade do prospeto de base publicado nesta quinta-feira é de 12 meses. As obrigações serão emitidas sob a forma nominativa e serão representadas sob a forma escritural, tendo como prazo máximo 50 anos.
“As obrigações garantidas […] serão emitidas com um valor nominal unitário não inferior a 100 mil euros (ou o seu equivalente noutra moeda), […], a menos que as obrigações garantidas não sejam distribuídas ao público nem admitidas à negociação num mercado regulamentado do EEE [Espaço Económico Europeu], caso em que poderão aplicar-se valores nominais unitários inferiores”, lê-se ainda no prospeto.
As obrigações cobertas ou garantidas (‘covered bonds’) são títulos de dívida de longo prazo emitidos por instituições financeiras que oferecem um mecanismo de dupla proteção aos investidores. Ao combinarem o risco de crédito do banco emitente com a segurança de uma carteira de ativos segregada (geralmente créditos hipotecários ou empréstimos ao setor público), são consideradas um dos instrumentos financeiros de menor risco e mais seguros do mercado.
O Santander colocou no passado mês de abril uma emissão de obrigações cobertas de 750 milhões de euros, a sete anos, de acordo com um comunicado então divulgado pela CMVM. Na nota, o banco informou que “efetuou a colocação junto de investidores institucionais de uma emissão de obrigações cobertas (‘premium’) no montante de 750 milhões de euros, com vencimento em abril de 2033 e taxa de cupão fixa de 3,125%”.
“A liquidação desta emissão ocorrerá no dia 16 de abril de 2026”, precisou o Santander Totta.
Agência Lusa
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